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Indonésia: Grupo Estado Islâmico reivindica ataques em Jacarta


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Indonésia: Grupo Estado Islâmico reivindica ataques em Jacarta

O grupo autoproclamado Estado Islâmico reivindica as explosões e o ataque armado desta manhã, no centro de Jacarta.

Uma agência de notícias próxima do grupo terrorista afirma que os membros do Daesh levaram a cabo os ataques contra “estrangeiros e forças de segurança que os protegem” na capital indonésia.

O balanço oficial aponta para pelo menos sete mortos, incluindo dois civis e cinco atacantes, dois deles bombistas suicidas.

Há ainda dez feridos. Um holandês está em estado grave, segundo o ministério holandês dos Negócios Estrangeiros.

A polícia diz também ter detido quatro alegados atacantes.

Houve várias explosões e um longo tiroteio.

Após uma primeira deflagração, junto a um café Starbucks, os homens armados barricaram-se no centro comercial Sarinah, num bairro perto do palácio presidencial, das instalações da ONU e de várias embaixadas.

Foram necessárias várias horas para que a polícia desse o ataque por terminado.

O presidente indonésio Jowo Widodo, em viagem a Java, regressou de imediato a Jacarta. Considera os ataques um “ato de terrorismo”.

Portugal, Brasil e Estados Unidos aconselharam os cidadãos a evitarem as deslocações, sobretudo, no centro de Jacarta.

Jakarta attacks

As autoridades indonésias suspeitavam já do grupo autoproclamado Estado Islâmico. Um porta-voz da polícia revelou que o grupo terrorista emitiu uma mensagem enigmática antes do ataque, na qual dizia que “haveria um concerto na Indonésia e que estaria na atualidade internacional”.

A Indonésia, que detém a maior comunidade muçulmana do mundo, estava em estado de alerta há várias semanas, face a ameaças terroristas.

O Daesh tinha prometido colocar a Indonésia “no centro das atenções”

O último grande ataque, ocorrido em Jacarta, remontava a julho de 2009.

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