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Israel aprova lei da discórdia

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Israel aprova lei da discórdia

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Os deputados israelo-árabes dizem estar a ser perseguidos pela direita.

Em causa a adoção do projeto de lei que permite expulsar os parlamentares acusados de incitamento racial. O texto criticado pela esquerda e por deputados descendentes de palestinianos foi aprovado, esta semana, no Parlamento israelita com os votos de 62 dos 120 deputados.

O parlamentar Ayman Odeh considera que se trata de uma estratégia que promove o ódio contra a minoria árabe. Defende que a nova legislação mostra quais são as intenções do primeiro-ministro e o medo que existe em relação aos Israelo-árabes que representam cerca de 20 por cento da população.

Os defensores da nova legislação têm outra opinião.

O deputado Zeev Elkin diz que a lei é para ser respeitada em todos os países e lembra que o texto foi aprovado no Parlamento. O problema, adianta, é que existem parlamentares que apoiam o terrorismo. Esta situação, acrescenta, impede que os deputados cumpram as suas obrigações e que não pode continuar.

Nas eleições legislativas realizadas em março de 2015, os partidos israelo-árabes tornaram-se a terceira maior força política depois de terem conquistado 13 assentos no Parlamento.

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