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Turquia vai acabar com guarda presidencial

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Turquia vai acabar com guarda presidencial

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Da limpeza que a Turquia começou a fazer, depois da tentativa de golpe de Estado, faz parte acabar com a guarda presidencial. Informação avançada pela agência de notícias turca Anadolu.

Depois da detenção do sobrinho de Fethullah Gulen, e segundo a mesma fonte, as autoridades turcas terão prendido aquele que seria o braço-direito do clérigo, acusado de pertencer a uma organização terrorista.

Este sábado, Recep Tayyip Erdogan voltou a falar de números: 13165 pessoas em prisão preventiva, entre elas 8838 soldados, 2101 juízes e procuradores, 1485 polícias, 52 funcionários públicos e 689 civis.

O chefe de Estado fala ainda daquelas que considera como detenções, ou seja 5863 pessoas, entre elas 123 generais, 282 polícias e 1559 juízes e procuradores.

Mais de novecentas escolas, quase um milhar de associações, uma centena de dormitórios e fundações, 15 universidades e 35 centros médicos foram encerrados.

No país as manifestações de apoio a Erdogan continuam. Protestos pela Democracia, incitados pelo próprio presidente turco, que terá exigido à população que não abandone as ruas, até ordem em contrário.

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