Última hora

Em leitura:

Taxa de desemprego e inflação seguem estáveis na zona euro

economia

Taxa de desemprego e inflação seguem estáveis na zona euro

Publicidade

A taxa de desemprego na zona euro baixou, em julho, para 10,1 por cento, sendo a menor registada desde julho de 2011 e a da União Europeia recuou para 8,6 por cento, a mais baixa desde março de 2009, divulgou esta quarta-feira o Eurostat.

De acordo com os dados do gabinete oficial de estatísticas da União Europeia (UE), na zona euro, a taxa de desemprego manteve-se estável na comparação com junho e desceu 0,7 pontos percentuais em termos homólogos, para os 10,1 por cento, o valor mínimo desde julho de 2011.

Já no que respeita ao conjunto dos 28 Estados-membros, a taxa de desemprego estabilizou na variação em cadeia e desceu 0,8 pontos na comparação com julho de 2015, ficando nos 8,6 por cento, a menor desde março de 2009.

Em julho, as menores taxas de desemprego foram registadas em Malta (3,9 por cento), República Checa e Alemanha (4,2 por cento cada), enquanto as mais elevadas se observaram na Grécia (23,5 por cento em maio) e em Espanha (19,6 por cento).

No que respeita ao desemprego jovem, a zona euro registou, em julho, uma taxa de 21,1 por cento (face aos 22,1 por cento homólogos) e a UE uma taxa de 18,8 por cento (que compara com os 20,2 por cento de julho de 2015).

As menores taxas de desemprego jovem observaram-se em Malta (7,1 por cento) e na Alemanha (7,2 por cento), enquanto as mais elevadas se registaram na Grécia (50,3 por cento em maio), em Espanha (43,9 por cento) e Itália (39,2 por cento).

Em Portugal, a taxa de desemprego foi de 11,1 por cento e a de desemprego jovem de 26,3 por cento, em julho.

Inflação estável no mercado da moeda única europeia

A taxa de inflação homóloga da zona euro em agosto é de 0,2 por cento, estável face a julho, segundo a estimativa rápida do Eurostat, divulgada igualmente esta quarta-feira.

Considerando os principais componentes da inflação, o gabinete oficial de estatísticas da União Europeia salienta que, na zona euro, as maiores subidas de preços tiveram lugar nos setores da alimentação, álcool e tabaco (1,3 por cento, face aos 1,4 por cento de julho), seguindo-se o dos serviços (1,1 por cento, que compara com os 1,2 por cento de julho) e o dos bens industriais não energéticos (0,3 por cento, face aos 0,4 por cento de julho).

O setor da energia, por seu lado, viu as quedas dos preços abrandarem de 6,7 por cento em julho para 5,7 por cento em agosto.

Um novo boletim, com dados por Estado-membro, será divulgado a 15 de setembro.

Texto: Lusa.

Há pontos de vista diferentes para cada história: a Euronews conta com jornalistas do mundo inteiro para oferecer uma perspetiva local num contexto global. Conheça a atualidade tal como as outras línguas do nosso canal a apresentam.

tradução automática

Artigo seguinte