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Refugiados dominam cimeira da ONU

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Refugiados dominam cimeira da ONU

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Os representantes dos 193 Estados membros das Nações Unidas comprometeram-se, esta segunda-feira, a fazer mais em prol dos milhões de refugiados e dos migrantes. Mas em termos de objetivos nada ficou definido.

Garantida na cimeira está, para já, a adoção da Declaração de Nova Iorque.

“Os refugiados e os migrantes não são um peso. Representam sim, um enorme potencial que é preciso explorar” refere o secretário-geral das Nações Unidas, Bin Ki-Moon.

A declaração de Nova Iorque, mais não é que um documento que expressa o desejo dos líderes políticos em proteger os direitos dos refugiados e dos migrantes.

O Presidente da República elogiou, hoje, na sede da Organização das Nações Unidas, em Nova Iorque, a integração de refugiados e de migrantes em Portugal, destacando o acesso das crianças à saúde e à educação públicas.

“No que respeita à integração, Portugal promove o acesso dos filhos de todos os migrantes aos sistemas de educação e saúde públicos. Não importa se são regulares ou irregulares aos olhos da lei do país”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, durante um encontro de alto nível sobre refugiados e migrantes.

Num discurso de cerca de cinco minutos, o chefe de Estado elogiou também o trabalho da Plataforma Global de Assistência Académica de Emergência a Estudantes Sírios criada e liderada pelo antigo Presidente da República Jorge Sampaio, que esteve igualmente presente nesta reunião da ONU.

Marcelo Rebelo de Sousa defendeu a importância de os jovens refugiados poderem prosseguir os seus estudos, e referiu que aquela plataforma já permitiu integrar “muitos, muitos estudantes sírios em universidades de dez países”.

No plano da União Europeia, o Presidente da República disse que Portugal aceitou as suas obrigações.

“Mas duplicámos os números de refugiados acolhidos pelo nosso país, por razões de solidariedade. Temos recebido milhares de pessoas vindos de todos os lados, através da Turquia, Grécia, Itália, Egito, estes últimos em cooperação com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados”, acrescentou.

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