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Com Trump, EUA podem tornar-se "aliados naturais" da Síria


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Com Trump, EUA podem tornar-se "aliados naturais" da Síria

A Síria poderá tornar-se num “aliado natural” dos Estados Unidos: uma declaração surpreendente do próprio presidente sírio, numa entrevista à televisão portuguesa RTP.

Bashar al-Assad reagia à vitória de Donald Trump nas presidenciais norte-americanas, considerando “prometedora” a declaração do magnata de que está disposto a colaborar com a Rússia e a Síria na luta contra os extremistas do Estado Islâmico.

Mas Assad frisou que é preciso esperar para ver, já que “há dúvidas sobre se pode ou não cumprir as promessas. É preciso cautela, sobretudo porque nunca ocupou um cargo político antes. Mas se quer combater o terrorismo, será um aliado natural, à semelhança da Rússia, do Irão e de muitos outros países que pretendem derrotar os terroristas”.

Sob a administração de Barack Obama, os Estados Unidos, tal como a maioria dos países europeus, apoiam a oposição síria, enquanto Moscovo e Teerão estão do lado de Assad. O presidente sírio aproveitou a entrevista para defender e felicitar a intervenção russa:

“Os russos baseiam sempre as suas políticas nos valores, como os valores da soberania dos outros países, da lei internacional, do respeito pelos outros povos e culturas, por isso não interferem em nada do que diz respeito ao futuro da Síria e do povo sírio.”

A assistência da aviação russa tem permitido a Assad manter-se no poder e reconquistar terreno na Síria e o Kremlin já anunciou uma “nova ofensiva” para expulsar os rebeldes da segunda cidade do país, Alepo.

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