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#LigaPortuguesa J17: Benfica salva um ponto, Sporting perde dois e FC Porto aproveita


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#LigaPortuguesa J17: Benfica salva um ponto, Sporting perde dois e FC Porto aproveita

  • Iuri Medeiros esteve nos três golos do Boavista, Mitroglou relançou o Benfica;
  • Bas Dost bisou e cimentou liderança dos goleadores, mas Chaves conseguiu empatar e com mérito;
  • Óliver Torres abriu caminho a triunfo fácil do FC Porto.


O Benfica recebeu o Boavista, com Jonas no ataque, Gonçalo Guedes no apoio e Rafa pela meia esquerda. Aos 39 minutos Rafa saiu e a culpa foi do Boavista.

Miguel Leal tinha ameaçado com um “autocarro”, mas à meia hora as panteras ganhavam 0-3, com Iuri Medeiros em destaque, embora apagado no jogo corrido.

As “águias” até entraram bem, com Samaris e Gonçalo Guedes a tentar o golo, sem sucesso. Do outro lado, Iuri teve um lance à medida do que lhe apontam como ponto forte, o um para um, mas desperdiçou-o perante André Almeida.

Aos 12 minutos, o árbitro não viu uma entrada à bola fora de tempo sobre Rafa e a seguir assinala falta contra o Benfica. Um livre direto que Iuri atira certeiro à barra, junto ao ângulo direito, com as costas de Ederson a confirmarem o 0-1. Surpresa na Luz.

O Benfica reagiu e o Boavista dilatou. Livre na meia esquerda, Iuri Medeiros cruzou forte ao segundo poste e Lucas Tagliapietra foi mais lesto a atacar a bola que André Almeida e cabeceou para o 0-2.

Aos 25 minutos, uma jogada bem desenhada pela esquerda, encontrou Iuri desmarcado ao segundo poste. O extremo empresado pelo Sporting serviu Schembri para o 0-3 na Luz. Impensável!


O Boavista nem queria acreditar e encolheu-se para proteger o sonho tornado realidade. Rui Vitória trocou Rafa por Mitroglou e o grego respondeu com um golo aos 43 minutos. Um tónico para a segunda parte.

Luisão cedeu o lugar ao argentino Franco Cervi. O sueco Victor Lindelof assumiu o centro da defesa. O argentino entrou bem e, aos 52 minutos, sofreu penálti. Jonas não perdoou.

Miguel Leal trocou de avançado. Rui Vitória trocou Guedes pelo sérvio Zivkovic. O Benfica acentuou a pressão. O Boavista encolheu-se demasiado. E, aos 68 minutos, foi castigado com um autogolo de Fábio Espinho: 3-3, com 20 minutos por jogar. A Luz acreditava na reviravolta.


O Boavista trocou Iuri Medeiros por Mesquita e os axadrezados melhoraram no processo defensivo e nas saídas para o contra-ataque. Por duas vezes Ederson teve de se aplicar para evitar o quarto golo do Boavista.

O Benfica pressionou, mas não rentabilizou o domínio conseguido. O Boavista segurou o empate, mas o Benfica, pode dizer-se, salvou um ponto depois de ter estado a perder 0-3.


Sporting “perde-se” atrás dos montes

O Sporting entrou em campo logo após o apito final na Luz e sabendo que podia recuperar, em Trás-os-Montes, dois pontos ao líder. Não serviu de nada. Aliás, os “leões” perderam mais uma jornada na corrida ao título.

Logo aos três minutos, Rafael Lopes colocou o Desportivo de Chaves a ganhar. Perdigão ganhou espaço pela direita, cruzou, Coates encolheu-se em vez de saltar e o avançado flaviense assinou o quarto golo no campeonato.

O Sporting, com Jorge Jesus de castigo na bancada, mas aparentemente a dar indicações através de um auricular dissimulado no cachecol, reagiu com as armas que tem: Adrien, William, Gelson e Bas Dost. O avançado, porém, apenas quando servido a preceito.

Descomplexado, o Chaves quase bisou por Fábio Martins à passagem da meia hora. Alain Ruiz voltou a ser hipótese, mas também voltou ao que tem sido o normal desde o início da época: uma nulidade.

Ainda assim, nos descontos da primeira parte, um grande trabalho e cruzamento de Geslon valeu a Bas Dost o empate.


Ao intervalo, Jesus ordenou a troca de Joel Campbell, também inconsequente, e de Alan Ruiz por André e Bryan Ruiz. O Sporting ficou melhor, mas nem por isso mais perto da vitória. Falta nesta equipa, a meio campo, quem pense o jogo ofensivo e remate.

Aos 73 minutos, Rúben Semedo viu o segundo amarelo por uma falta a meio-campo. Apesar disso, quase de imediato, numa jogada pela esquerda André cruza e Bas Dost bisa com um toque subtil.

O holandês chegou aos 13 golos na Liga, reforçou a liderança da lista de melhores marcadores e colocou o Sporting a vencer.

Logo de seguida, no entanto, Bas Dost é substituído por Paulo Oliveira, que à partida até teria ganho a titularidade a Rúben Semedo para este jogo — mais uma das estranhas decisões de Jesus.


Ricardo Soares, o treinador do Chaves, trocou Pedro Queirós e Braga por Rafael Batatinha e Patrão para os últimos 10 minutos. Foi feliz. Aos 88, Fábio Martins aproveita uma assistência involuntária de Coates e o adiantamento de Rui Patrício para assinar o 2-2.

O Sporting ainda beneficiou de um livre, mas como em muitos outros lances de bola parada terminou com a defesa rival a afastar a bola e, desta feita, a segurar um empate que podia ter sido algo mais.


O Sporting continua vítima de si próprio, sem que o treinador consiga incutir irreverência e dinâmica numa equipa com potencial por explorar além dos 13 ou 14 habituais e ainda a oito pontos do líder (podiam ser 10).

Os flavienses colocaram-se um ponto mais perto dos lugares europeus.

FC Porto aproxima-se do primeiro lugar</h2

A equipa de Nuno Espírito Santo sabia que havia muito a ganhar nesta receção ao Moreirense. Benfica e Sporting empataram e um triunfo colocava os “dragões” mais próximo do primeiro lugar.

Logo aos dois minutos, Corona cabeceou com perigo, mas ao lado. O Moreirense respondeu por Francisco Geraldes, num remate de ressaca para boa defesa de Casillas.


O FC Porto era mais ofensivo e aos 30 minutos foi premiado. Insistência de Marcano após livre de Alex Telles defendido por Makaridze. O espanhol assistiu o compatriota Olíver Torres para o 1-0.

Aos 41 minutos, excelente iniciativa de Diogo Jota, resistindo à tentação de “cavar” uma falta com a determinação de dar sequência a um lance que viria a culminar no 2-0. Marcou André Silva, de cabeça, em recarga a remate de Corona defendido por Makaridze.


Ainda antes do intervalo Geraldes viu o segundo amarelo e deixou a equipa de Augusto Inácio reduzida a 10 jogadores. Entrou Nildo Petrolina para a segunda parte, tentando reequilibrar os cónegos.

O FC Porto reentrou dono e senhor do jogo e, aos 62 minutos, Marcano, de cabeça, após canto de Herrera, fixou o 3-0 final. O golo foi quase tão celebrado como depois a estreia de Kelvin, o herói do último título ganho pelos “dragões” (2012/13).

Os anfitriões venceram, colocaram-se a quatro pontos do líder e somam mais outros quatro que o Sporting, a três semanas do duelo com os “leões” no Dragão. O Moreirense segue dois pontos acima da linha de água.


Sporting de Braga “caça” terceiro lugar

O Sporting de Braga recebeu o “lanterna vermelha”, o Tondela, venceu, ultrapassou o Sporting e voltou a ocupar o terceiro lugar na classificação.

Os visitantes começaram por equilibrar o jogo e até podiam ter chegado ao intervalo em vantagem, mas logo no início da segunda parte um erro de Rica permitiu a Rui Fonte abrir o marcador com alguma sorte.

Em vantagem, os “guerreiros” de Jorge Simão criaram várias oportunidades para dilatar o marcador, mas Cláudio Ramos evitou-o. Até aos 82 minutos.


Na sequência de um canto de Wilson Eduardo, Rui Fonte, ao primeiro poste, ganhou a posição e cabeceou cruzado, por cima do guarda-redes do Tondela, bisando na partida e chegando aos seis golos no campeonato.

O Sporting de Braga soma agora mais dois pontos que o Sporting, está a outros tantos do segundo lugar e a seis do líder, Benfica. Na estreia de Pepa como treinador, o Tondela não conseguiu fugir do último lugar.

Arouca abre a jornada a ganhar

A jornada 17 abriu sexta-feira à noite com a visita do Estoril a Arouca. A equipa da linha de Sintra foi derrotada num jogo decidido já nos descontos.

A equipa da casa abriu o marcador aos 80 minutos por Adilson Goiano, aos 80 minutos. João Basso empatou para os “canarinhos”, aos 88. Kuca garantiu o trunfo do Arouca aos 93 minutos.

Antes de Sporting e Benfica entrarem em campo, o Vitória de Setúbal recebeu o Nacional da Madeira. Um golo de Frederico Venâncio, aos 86 minutos, colocou os sadinos mais próximos da manutenção e os insulares ainda mais aflitos abaixo da linha de água.

Logo após o apito final em Chaves, começou o embate entre o Feirense e o Vitória de Guimarães em Santa Maria da Feira e, tal como iniciou, acabou: 0-0. Os vimaranenses falham o assalto ao “quarto”. O Feirense afasta-se da linha de água.

O Marítimo recebeu e venceu o Paços de Ferreira. Aos 10 minutos, os da casa já venciam 2-0 com golos dos brasileiros Dyego Sousa e Raul Silva. O também brasileiro Whelton reduziu para os “castores” ainda na primeira parte, mas Dyego Sousa bisou de penálti e fixou o marcador em 3-1.

O Marítimo leva três triunfos consecutivos e ultrapassou o Chaves. Os pacenses estão a meio da metade inferior da tabela.

A fechar os jogos de domingo, o Belenenses recebeu o Rio Ave e garantiu os três pontos com um golo do central Gonçalo Silva à entrada nos derradeiros 20 minutos do jogo.


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