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Trump mais candidato que presidente no comício dos 100 dias de presidência


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Trump mais candidato que presidente no comício dos 100 dias de presidência

Donald Trump trocou o tradicional jantar anual dos jornalistas da Casa Branca por um comício na Pensilvânia, para celebrar os 100 primeiros dias de mandato.

Foi em terreno mais amigável, num dos três estados decisivos para a vitória de Novembro, que o novo presidente retomou o tom e as promessas de campanha, rejeitando as críticas ao fracasso das suas propostas no Congresso.

“Todos concordamos que os meios de comunicação social merecem uma nota bem negativa. (…) Pelo contrário, durante os últimos 100 dias, a minha administração esteve a trabalhar, todos os dias, para os grandiosos cidadãos do nosso país”.

Sem ter ainda conseguido aprovar a reforma do sistema Obamacare e com o decreto anti-imigração bloqueado pela justiça, Trump preferiu falar da construção do muro junto à fronteira mexicana ou da renegociação dos acordos de comércio livre.

“O nosso governo precipitou-se sobre acordos internacionais nos quais os Estados Unidos pagam os custos e suportam o fardo, enquanto outros país recolhem os benefícios sem pagar nada. Isto inclui os entendimentos unlaterais como o acordo de Paris sobre o clima”.

Na lista de promessas eleitorais, o presidente preferiu manter o “suspense” sobre a retirada do acordo climático, admitindo apenas uma mudança de posição, sobre a pressão sobre a China, agora um aliado de peso no conflito com a Coreia do Norte.

Em Harrisburg, Trump partilhou a sua alegria por estar longe do que considerou ser, o “pântano de Washington”.

Uma expressão de campanha, que, 100 dias após a eleição, revela um presidente “atolado” no Congresso e limitado a governar, para já, apenas por decreto.

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