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Judo: Miryam Roper faz história em Ecaterimburgo


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Judo: Miryam Roper faz história em Ecaterimburgo

Dispensada da seleção alemã após os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, Miryam Roper nunca pensou em abandonar o judo e aos 34 anos de idade passou a competir pelo país do seu pai. Este sábado foi a responsável pela primeira medalha de ouro ao mais alto nível para o Panamá ao conquistar o Grand Slam de Ecaterimburgo na categoria de -57 kg.

A veterana apresentou-se no torneio russo em grande forma e derrotou na final a antiga campeã do mundo, a japonesa Nae Udaka, por ippon.

Nos homens, o grande destaque no primeiro dia em Ecaterimburgo foi Soichi Hashimoto. O japonês não conhece o sabor da derrota no circuito mundial de judo desde 2015 pelo que naturalmente era o grande favorito à conquista da medalha de ouro e não desiludiu.

Hashimoto dominou por completo a final dos -73 kg frente ao brasileiro Marcelo Contini, colocou-se em vantagem com dois waza-aris e garantiu o triunfo com um arremesso para ippon.

Aos 25 anos de idade, o nipónico será sem dúvida o alvo a abater nos próximos Campeonatos do Mundo, que terão lugar entre os dias 28 de agosto e 3 de setembro em Budapeste.

Hashimoto não foi o único japonês a conquistar uma medalha de ouro na Rússia, Ryuju Nagayama venceu nos -60 kg e Ami Kondo nos -48 kg. Nos -52 kg o triunfo sorriu a Erika Miranda, a brasileira não conquistava um Grand Slam desde Baku em 2015. Nos -63 kg, venceu a alemã Martyna Trajdos.

O único triunfo para os homens da casa aconteceu por Abdula Abdulzhalilov nos -66 kg, categoria onde Sergiu Oleinic foi sétimo classificado. Os restantes portugueses em ação, Luís Carmo nos -73 kg e Maria Siderot nos -48 kg, foram ambos eliminados no primeiro combate.

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