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EUA avançam no controlo de armas de fogo

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EUA avançam no controlo de armas de fogo

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O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, convocou um grupo de legisladores republicanos e democratas, quarta-feira, para encontrar formas de abordar a violência com armas de fogo.

Trump disse aos membros do Congresso que vai "apresentar algumas ideias" e tem esperança que possam ser colocadas num "projeto bipartidário".

"Eu sou o maior fã da Segunda Emenda. Muitos de vocês são. Sou um grande fã da NRA (National Rifle Association). Almocei com eles ... e disse: "é chegado o momento. Temos de parar com este absurdo. É o momento," declarou Donald Trump.

Entretanto, os alunos da escola em Parkland, onde a 14 de fevereiro um jovem matou 17 pessoas a tiro, regressaram às aulas entre fortes medidas de segurança e visivelmente emocionados.

"Foi bom regressar. Estou feliz. Foi algo que nos juntou, em vez de nos separar," revelou a estudante Destiny Briceno.

"A minha professora estava a fazer achamada e, acidentalmente, disse o nome do Luke. Houve muita gente que, simplesmente, começou a chorar. Porque todos nós sabíamos que ele já não estava entre nós," revelou o estudante Samuel Safaite.

Para o estudante Kai Korber é importante recuperar a sensaçâo de normalidade: "estamos apenas a tentar reinstalar a sensação de normalidade que todos nós tínhamos antes disto. Porque, no final de contas, a vida tem de continuar".

Por iniciativa própria, entidades privadas estão a tomar medidas. As cadeias retalhista Dick’s Sporting Goods e Walmart anunciaram que deixaram de vender armas e munições a pessoas com menos de 21 anos e vão deixar de vender armas de assalto.