EventsEventos
Loader

Find Us

FlipboardLinkedin
Apple storeGoogle Play store
PUBLICIDADE

EUA avançam no controlo de armas de fogo

EUA avançam no controlo de armas de fogo
Direitos de autor 
De  Luis Guita
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Donald Trump manisfestou desejar legislação que acabe com a violência com armas de fogo. Entretanto, duas grandes cadeias retalhistas, Dick’s Sporting Goods e Walmart, introduziram as próprias restrições.

PUBLICIDADE

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, convocou um grupo de legisladores republicanos e democratas, quarta-feira, para encontrar formas de abordar a violência com armas de fogo.

Trump disse aos membros do Congresso que vai "apresentar algumas ideias" e tem esperança que possam ser colocadas num "projeto bipartidário".

"Eu sou o maior fã da Segunda Emenda. Muitos de vocês são. Sou um grande fã da NRA (National Rifle Association). Almocei com eles ... e disse: "é chegado o momento. Temos de parar com este absurdo. É o momento," declarou Donald Trump.

Entretanto, os alunos da escola em Parkland, onde a 14 de fevereiro um jovem matou 17 pessoas a tiro, regressaram às aulas entre fortes medidas de segurança e visivelmente emocionados.

"Foi bom regressar. Estou feliz. Foi algo que nos juntou, em vez de nos separar," revelou a estudante Destiny Briceno.

"A minha professora estava a fazer achamada e, acidentalmente, disse o nome do Luke. Houve muita gente que, simplesmente, começou a chorar. Porque todos nós sabíamos que ele já não estava entre nós," revelou o estudante Samuel Safaite.

Para o estudante Kai Korber é importante recuperar a sensaçâo de normalidade: "estamos apenas a tentar reinstalar a sensação de normalidade que todos nós tínhamos antes disto. Porque, no final de contas, a vida tem de continuar".

Por iniciativa própria, entidades privadas estão a tomar medidas. As cadeias retalhista Dick’s Sporting Goods e Walmart anunciaram que deixaram de vender armas e munições a pessoas com menos de 21 anos e vão deixar de vender armas de assalto.

Partilhe esta notíciaComentários