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Políticos não exportam a crise para o Espaço

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Políticos não exportam a crise para o Espaço

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A cidade italiana de Nápoles foi palco de uma cimeira para determinar o futuro da Europa no Espaço. Os ministros dos 20 estados-membros da Agência Espacial Europeia (ESA) estiveram reunidos durante dois dias e acordaram um orçamento de 10 mil milhões de euros para a ESA, para os próximos anos.

As negociações foram longas. O principal braço-de-ferro mediu-se entre a França, defensora do foguetão Ariane 6, e a Alemanha, que prefere apostar numa versão modernizada do Ariane 5 (o chamado Ariane 5 ME). No final, acabou por ficar acordado que o desenvolvimento do Ariane 5 ME vai continuar e foi garantido o investimento para os estudos de definição do Ariane 6.

O papel da Europa na Estação Espacial Internacional também esteve em debate. Os ministros deram luz verde para que se forneça o módulo de serviço do novo veículo da NASA, o Orion.

O Reino Unido decidiu aumentar em 25 por cento o orçamento para a Agência Espacial Europeia. Mas há outros países onde a contenção financeira se impõe. Ainda assim, e graças à contribuição do conjunto dos Estados membros, a agência vai poder continuar o trabalho de pesquisa científica e tecnológica.

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