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Aprender com os erros

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Aprender com os erros

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Reino Unido: a vida é um jogo de vídeo

Em vez de condenar as falhas, os professores incentivam cada vez mais os alunos a aprender por tentativa e erro, para se atreverem a cometer erros e a aprender com eles. Um bom exemplo é a forma como os jogos de computador são construídos; para manter os jogadores envolvidos, as falhas representam uma oportunidade para tentar outra coisa. Os jogadores continuam a tentar, mesmo se errarem da primeira vez. Vamos até ao Reino Unido descobrir como é que esta abordagem funciona na escola. Steve Harris não é apenas um grande jogador é também consultor educativo. Teve uma ideia iluminada enquanto jogava o Super Mario: pensou que as teorias por detrás dos jogos de vídeo também podem ser usadas na escola.

México: a arte de errar

Conversámos com um professor, no México, que também acredita que os jovens aprendem melhor através da experimentação. Nesta sala de aula, tudo tem a ver com arte… Aprendem línguas a escrever poesia. Na escola Habla , na cidade mexicana de Mérida, os alunos aprendem línguas através da arte. Kurt Wooton, é cofundador da Habla e defende a tomada de riscos e a experimentação no ensino.

Itália: perder é ganhar

Mesmo depois de termos deixado a escola, podemos aprender com os nossos erros, e as falhas que podem parecem catastróficas na altura, podem ter lições positivas para nos ensinar. Vamos até Itália descobrir como é que os erros cometidos no campo de futebol podem ser uma lição de vida. Campeão de derrotas em campo, o Excelsior premeia a boa vontade e o empenho de cada jogador. Aqui os jogadores não são selecionados de acordo com as capacidades e todos têm o direito de jogar. O clube é campeão em “fair play”.