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Grécia reduz desemprego mas mantém recorde negativo na UE

A Grécia observou no segundo trimestre deste ano uma redução em linha de dois pontos percentuais da taxa de desemprego. Os 24,6 por cento de gregos

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Grécia reduz desemprego mas mantém recorde negativo na UE

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A Grécia observou no segundo trimestre deste ano uma redução em linha de dois pontos percentuais da taxa de desemprego. Os 24,6 por cento de gregos sem trabalho continuam, ainda assim, a representar o recorde negativo entre os 19 países que compõem a zona euro e os 28 da União Europeia — a Espanha surge em segundo, com 22,2 por cento de desempregados (ver gráfico em baixo).

De acordo com os dados revelados esta quinta-feira pela agência de estatísticas grega, El.Stat, a taxa de desemprego helénica está em recessão face aos 26,6 por cento referente aos primeiros três meses deste ano, os quais haviam representado um agravamento de 5 décimas face ao período similar em linha, isto é, o último trimestre do ano passado.

Em termos homólogos, o desemprego na Grécia baixou os mesmos dois pontos percentuais face ao mesmo período do ano passado e chegou quase aos três pontos faceo ao segundo trimestre de 2013 (27,3 por cento).

Em termos de números reais, a falta de trabalho atinge agora 1.180.141 gregos, dos quais 28,3 por cento são mulheres e 35,7 por cento deles têm entre 25 e 29 anos.

Por outro lado, o número de gregos com trabalho, de acordo com os dados revelados, é agora de 3.625.545, o que representa aumentos de 3,5 por cento, em linha com o trimestre anterior, e de 2,4 por cento face ao período homólogo do ano passado.

Em termos de níveis de educação afetados pela falta de trabalho na Grécia, os números são maiores entre aqueles que não têm frequência escolar (52,5 por cento). As taxas mais baixas de desemprego incluem pessoas com pós-graduações e mestrados (11,9 por cento) e as que completaram cursos universitários (18,5 por cento).

Os dados revelam ainda que 73,1 por centos dos desempregados são de longa duração, ou seja, estão sem trabalho há mais de um ano. Recuando ao início da crise, em 2008, a Grécia triplicou a taxa de desemprego, que era de 7,5 por cento.