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Fiji: Ajuda humanitária começa a chegar a zonas mais remotas

A ajuda humanitária começa a chegar às ilhas Fiji, depois da passagem do ciclone Winston ter causado 29 mortos e pelo menos 89 feridos no

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Fiji: Ajuda humanitária começa a chegar a zonas mais remotas

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A ajuda humanitária começa a chegar às ilhas Fiji, depois da passagem do ciclone Winston ter causado 29 mortos e pelo menos 89 feridos no arquipélago, durante o fim de semana.

Vários aviões das forças aéreas neo-zelandesa e australiana iniciaram uma ponte aérea para entregar mantimentos, medicamentos e água potável na capital, Suva.

A União Europeia enviou uma equipa de peritos para coordenar a assistência humanitária à população.

Em Rakiraki, uma das zonas costeiras mais afetadas, um habitante afirma:

“Estávamos dentro de casa e vimos como o ciclone ía destruíndo tudo em redor, tivémos que subir às árvores para tentar escapar”.

Três dias após a passagem do ciclone, cerca de 13 mil pessoas permanecem refugiadas em centros de acolhimento, quando dezenas de povoações foram totalmente arrasadas pelas chuvas fortes e ventos com rajadas de até 325 Km por hora.

“Temos estudantes muito pobres… e penso que vai ser muito triste para eles ver o estado em que ficou a escola. E não sei quando poderemos reabrir ou se há outras escolas que tenham resistido”, afirma uma professora.

Várias zonas remotas do arquipélago começaram a receber ajuda nas últimas horas, como a ilha de Koro, que teria sido quase totalmente devastada pelo ciclone de categoria cinco, um dos mais violentos a assolar o país.

O mau tempo provocou danos avaliados em mais de 86 milhões de dólares, depois de destruír plantações e infraestruturas de abastecimento de água.

As agências humanitárias temem uma epidemia de Dengue ou de Zika quando várias povoações permanecem ainda submersas.