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Fiji: Ajuda humanitária começa a chegar a zonas mais remotas

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De  Euronews
Fiji: Ajuda humanitária começa a chegar a zonas mais remotas

<p>A ajuda humanitária começa a chegar às ilhas Fiji, depois da passagem do ciclone Winston ter causado 29 mortos e pelo menos 89 feridos no arquipélago, durante o fim de semana.</p> <p>Vários aviões das forças aéreas neo-zelandesa e australiana iniciaram uma ponte aérea para entregar mantimentos, medicamentos e água potável na capital, Suva.</p> <p>A União Europeia enviou uma equipa de peritos para coordenar a assistência humanitária à população.</p> <p><blockquote class="twitter-video" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">Filming in Rakiraki - it's been hard to get to since the cyclone because of a damaged bridge <a href="https://twitter.com/ONENewsNZ">@ONENewsNZ</a> <a href="https://t.co/inCrHuqZ4h">pic.twitter.com/inCrHuqZ4h</a></p>— Jessica Mutch TVNZ (@MutchJessica) <a href="https://twitter.com/MutchJessica/status/701909747310571520">February 22, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>Em Rakiraki, uma das zonas costeiras mais afetadas, um habitante afirma:</p> <p>“Estávamos dentro de casa e vimos como o ciclone ía destruíndo tudo em redor, tivémos que subir às árvores para tentar escapar”. </p> <p>Três dias após a passagem do ciclone, cerca de 13 mil pessoas permanecem refugiadas em centros de acolhimento, quando dezenas de povoações foram totalmente arrasadas pelas chuvas fortes e ventos com rajadas de até 325 Km por hora.</p> <p><iframe width="420" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/ofBmSCPqpt0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p> <p>“Temos estudantes muito pobres… e penso que vai ser muito triste para eles ver o estado em que ficou a escola. E não sei quando poderemos reabrir ou se há outras escolas que tenham resistido”, afirma uma professora. </p> <p><iframe width="420" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/cp6rZVbM2Co" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p> <p>Várias zonas remotas do arquipélago começaram a receber ajuda nas últimas horas, como a ilha de Koro, que teria sido quase totalmente devastada pelo ciclone de categoria cinco, um dos mais violentos a assolar o país.</p> <p>O mau tempo provocou danos avaliados em mais de 86 milhões de dólares, depois de destruír plantações e infraestruturas de abastecimento de água.</p> <p>As agências humanitárias temem uma epidemia de Dengue ou de Zika quando várias povoações permanecem ainda submersas.</p>