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Aeroporto de Paris investiga todos os que estiveram em contacto com o avião da EgyptAir

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Aeroporto de Paris investiga todos os que estiveram em contacto com o avião da EgyptAir

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Localizados os destroços do voo MS804 da EgyptAir, que transportava 66 pessoas a bordo, a investigação para apurar a causa da queda do avião prossegue.

O aeroporto parisiense de Roissy-Charles de Gaulle, sob alta vigilância depois dos atentados de 2015 e de onde saíu o A320, depois de ter passado pelo Egipto, Eritreia e Tunísia, usa novas técnicas de segurança.
Detectar explosivos sob a forma de folhas de papel ou detonadores completamente eléctricos parece quase impossível, mas o equipamento existe e é usado.

A hipótese de uma bomba ter sido colocada em Roissy é quase remota, segundo os responsáveis de segurança, mas nenhuma hipótese foi por enquanto descartada, sendo que também nenhuma pista foi, até agora, privilegiada.

Sylvain Prévost, formador em segurança de transporte aéreo no Centro de Formação de Segurança em Aviação afirma: “Um sistema 100 por cento eficaz e confiável não existe. A questão agora é:se alguma coisa aconteceu em Roissy, houve forçosamente uma ligação à cumplicidade de pessoas, porque é mesmo muito difícil quebrar a segurança do aeroporto actualmente.”

Entre janeiro de 2015 e abril de 2016, mais de 600 pessoas ficaram sem autorização de acesso à zona reservada, entre as 86 mil emitidas para trabalhadores. 85 destas recusas tiveram por base a suspeita de radicalização dos funcionários.

Os aeroportos de Paris têm 250 pontos com raio-X que inspeccionam os passageiros, bagagens, pessoal do aeroporto, bens e veículos que entram nas áreas restritas.

No total, e segundo o ministro francês do interior, Bernard Cazeneuve, mais de 4000 elementos de segurança estão mobilizados no aeroporto de Roissy-Charles de Gaulle.

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