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Jornal italiano distribui "Mein Kampf", de Adolf Hitler

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De  Euronews
Jornal italiano distribui "Mein Kampf", de Adolf Hitler

<p>O jornal italiano “Il Giornale” distribuiu gratuitamente o livro “Mein Kampf”, de Adolf Hitler, este sábado, a quem comprasse o primeiro volume da história do terceiro Reich juntamente com o jornal.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">Political outcry in <a href="https://twitter.com/hashtag/italy?src=hash">#italy</a> as right-wing daily <a href="https://twitter.com/ilgiornale"><code>ilgiornale</a> gifts copies of Hitler&#39;s <a href="https://twitter.com/hashtag/MeinKampf?src=hash">#MeinKampf</a> Saturday <a href="https://t.co/RLPN4dZoyM">pic.twitter.com/RLPN4dZoyM</a></p>&mdash; JosephineMcKenna (</code>JosephineMcK) <a href="https://twitter.com/JosephineMcK/status/741576397114777600">June 11, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>O primeiro ministro italiano, Matteo Renzi chamou “esquálida” à estratégia de aumento de vendas e posicionou-se ao lado da comunidade judaica. <br /> Nas redes sociais, muitos italianos manifestaram concordância com esta posição.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">Outrage in the Jewish community as today Berlusconi's daily “Il Giornale” is paired with a copy of Hitler's Mein Kampf. <a href="https://twitter.com/hashtag/Italy?src=hash">#Italy</a></p>— Pierfrancesco Loreto (@pierloreto) <a href="https://twitter.com/pierloreto/status/741563530529345540">June 11, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>O editor do jornal conservador pertencente à família Berlusconi, Alessandro Sallusti, <a href="http://www.ilgiornale.it/news/cultura/mein-kampf-edicola-tutto-che-non-sapete-1270279.html">alegou que a divulgação da obra, anotada por um professor italiano de história contemporânea</a>, evitaria o recrudescimento do que nele é defendido por Hitler. </p> <p>Nas ruas, há quem subscreva a posição. <br /> Giovanni Palermo é um polícia proveniente da Sicília: “Ele era o Hitler, é óbvio que era o mal absoluto, mas isto não quer dizer que devamos evitar conhecê-lo para o evitar no futuro. Se não se conhece, pode intrigar. Se se conhece, e se se for uma pessoa normal, evita-se este género de coisa.”</p> <p>Luigi Anesi,um residente em Roma, reformado, concorda: “De modo a saber-se História, esta escolha¨é certa, é óbvio que o nazismo é qualquer coisa fora de toda a lógica, creio eu.”</p> <p>“Mein Kampf”, que se traduz por “A Minha Luta”, foi escrito por Hitler entre 1924 e 1926 e tornou-se no manual para o seu Partido Nacional Socialista. <br /> Ficou livre de direitos de autor no final do ano passado e <a href="http://www.euronews.com/2016/01/08/mein-kampf-returns-read-between-the-lines-version/">uma edição anotada na Alemanha lançada em Janeiro</a> deste ano suscitou polémica. </p> <p>Está proibida neste país a edição do livro sem que seja numa edição crítica, que corresponderia a crime segundo as leis do incitamento.</p>