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Deslocados de Fallujah sem forças para celebrar o Eid

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Deslocados de Fallujah sem forças para celebrar o Eid

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O mundo muçulmano prepara a festa do Eid el-Fitr, o fim do Ramadão. Mas para os muitos milhares de deslocados de Fallujah, no Iraque, há poucas razões para festejar.

Além das condições que impedem muitos deles de respeitar o jejum do Ramadão, há o desgosto de terem sido obrigados a partir de onde viviam.

A retomada da cidade, até há pouco tempo nas mãos do Daesh, fez pelo menos 85.000 deslocados: “Estamos a viver uma tragédia. Não há eletricidade, temos de fazer fila para conseguir água, há muita poeira e não podemos fechar a tenda, porque faz muito calor. Nem sequer podemos respeitar o jejum, mas obrigado a Deus na mesma”, diz uma mãe de família, na companhia do marido e dos filhos.

Mesmo se o Daesh foi expulso de Fallujah, a cidade continua a ser considerada demasiado insegura para que os deslocados possam regressar.

As forças de elite do exército iraquiano estão agora a passar a cidade a pente fino, à procura de eventuais terroristas que possam estar escondidos ou de explosivos. Fallujah fica a 50 quilómetros de Bagdade e era uma das principais cidades no Iraque na posse do grupo Estado Islâmico.

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