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Rio 2016: Heróis e vilões

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Rio 2016: Heróis e vilões

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A história dos Jogos Olímpicos é feita de heróis e Mo Farah é certamente um deles. O atleta que nasceu na Somália e que vive na Grã-Bretanha desde os oito anos de idade tem já três medalhas de ouro no palmarés. No Rio de Janeiro nem uma queda a meio da prova o impediu de revalidar o título nos 10 mil metros:

“Emocionei-me bastante ao cortar a meta porque passei por bastante este ano. A determinada altura pensei que a corrida estava perdida mas consegui recuperar. Só conseguia pensar na minha filha, tinha-lhe prometido que ia conquistar uma medalha e não a queria desiludir. Quando cortei a linha da meta, nem queria acreditar, nunca me tinha sentido assim.”

Em Londres, Farah festejou a dobrar, nos 5 e nos 10 mil metros, e pode muito bem repetir a proeza no Brasil. O inglês não teve dúvidas em afirmar que a conquista de 2012 foi maravilhosa mas que agora ainda era melhor.

No entanto se é para falar de heróis, ninguém melhor que Michael Phelps. Cinco ouros e uma prata no Rio de Janeiro permitiram-lhe concluir a carreira com números alucinantes, 23 ouros num total de 28 medalhas olímpicas.

Após a derradeira vitória, admitiu que não voltaria a competir:“Está feito! Não podia estar mais feliz com a forma como terminei a carreira, não há nada melhor que fazê-lo com uma medalha de ouro.”

Phelps já se tinha despedido após os Jogos de Londres mas voltou atrás e não foram as praias que o levaram ao Brasil. Ainda para mais, Copacabana não é propriamente um lugar seguro. Que o digam os quatro nadadores norte-americanos, entre os quais Ryan Lochte, que foram assaltados por indivíduos armados que se fizeram passar por polícias.

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