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Gabão: presidente rejeita responsabilidades em segundo dia de protestos violentos

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Gabão: presidente rejeita responsabilidades em segundo dia de protestos violentos

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Contestado pela oposição e questionado pela comunidade internacional, o presidente reeleito do Gabão rejeita responsabilidades na violência pós-eleitoral que se saldou em pelo menos três mortos e um milhar de detenções.

O anúncio da reeleição de Ali Bongo Ondimba, ao fim do dia de quarta-feira, provocou uma noite de pilhagens e violentos protestos na capital e noutras cidades do país, que se repetiram esta quinta-feira.

O chefe de Estado afirmou que “a democracia não combina bem com sucessos autoproclamados por parte de pequenos grupos com objetivos destrutivos, nem com um assalto ao Parlamento ou à televisão nacional”. Ali Bongo disse estar comprometido com o “projeto” democrático e garantiu ter “respeitado escrupulosamente o código eleitoral”.

O rival e líder da oposição Jean Ping – ex-presidente da União Africana – diz que a vitória de Ali Bongo é o resultado de fraudes. União Europeia, França e Estados Unidos exigiram a publicação dos resultados de todas as assembleias de voto do Gabão e a ONU pediu uma “verificação transparente” dos boletins.

Ping encontra-se refugiado em lugar desconhecido depois do ataque contra a sua sede de campanha, em Libreville, que segundo o líder da oposição se terá saldado em dois mortos.

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