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Parisienses saem à rua por igualdade de salário entre homens e mulheres

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De  Nara Madeira
Parisienses saem à rua por igualdade de salário entre homens e mulheres

<p>Cerca de uma centena de mulheres saiu à rua, esta segunda-feira, no centro de Paris, pela igualdade de salários entre géneros. </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="fr" dir="ltr"><span class="caps">BEAU</span> <span class="caps">RASSEMBLEMENT</span> ! :-D <a href="https://twitter.com/hashtag/7novembre16h34?src=hash">#7novembre16h34</a> pour l'égalité salariale femmes-hommes ! <a href="https://t.co/w1Dhuz0R6R">pic.twitter.com/w1Dhuz0R6R</a></p>— Les effronté-e-s (@efFRONTees) <a href="https://twitter.com/efFRONTees/status/795688068107927552">7 de novembro de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Os organizadores do protesto pediram às mulheres que parassem de trabalhar por concluirem que se as mulheres trabalhassem depois das 16h34, desta segunda-feira, e até ao fim do ano, estariam a fazê-lo <em>Pro Bono</em>.</p> <p>_“É deprimente. Trabalhamos afincadamente para<br /> nada._ </p> <p><em>É dolorosa, esta tomada de consciência, mas é preciso que as mulheres percebam, porque é isso que vai permitir-lhes organizarem-se, para pedirem o mesmo salário que os seus colegas homens, quando eles ganham mais.”</em>, afirma Fatima Benomar, porta-voz da associação feminista francesa <a href="https://effrontees.wordpress.com/2016/11/04/7novembre16h34/">‘<span class="caps">LES</span> EFFRONTÉ-E-S’</a>.</p> <p><em>“Já não estamos nos anos 70 mas está tudo na mesma, continua a haver quase a mesma disparidade de salários entre homens e mulheres.</em> <em>Este é o nosso momento, todas juntas, aqui, no passeio da Place de la Republique”</em>, diz Andrea Carrol-Gerstle, uma cidadã dos <span class="caps">EUA</span> que vive e trabalha em Paris. </p> <p>Em média, e segundo uma das organizações que faz parte desta iniciativa, as mulheres ganham 15,1% menos do que os homens, em França. </p> <p>Em Portugal, e segundo a Pordata, em 2014 a diferença era, em média, de 14,5%. Um dos raros países europeus onde se verificou um aumento na disparidade de salários, que era de 8,5% em 2007.</p>