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Justiça ucraniana adia audição do ex-presidente Yanukovych


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Justiça ucraniana adia audição do ex-presidente Yanukovych

A justiça ucraniana adiou para segunda-feira a audição do ex-presidente Viktor Yanukovych no processo sobre a morte de manifestantes durante os protestos de 2014.

O ex-chefe de Estado deveria testemunhar frente ao tribunal de Kiev por videoconferência, esta sexta-feira, a partir de Rostov-On-Don, na Rússia, onde se encontra exilado.

A transmissão foi, no entanto, interrompida devido à ausência dos réus – cinco polícias acusados de disparar sobre os manifestantes.

“Eu estou revoltado com o que aconteceu. Quem é que fica a ganhar com isto? Soubémos que os radicais do Setor de Direita estão a seguir os princípios do Maidan e a agir fora da lei. Estão a fazê-lo com o consentimento das autoridades”, afirmou Yanukovych.

Os cinco réus foram impedidos de comparecer na audiência, depois da prisão em que se encontram ter sido bloqueada por dezenas de militantes ultranacionalistas.

Os manifestantes temiam que os homens, acusados da morte de 100 manifestantes durante a revolta do Maidan há 3 anos, fossem libertados.

O processo decorre depois de Kiev ter acusado Yanukovych de ter dado a ordem de disparar sobre os manifestantes.

Em junho, a Rússia tinha-se negado pela terceira vez a entregar o ex-chefe de Estado às autoridades ucranianas.

Em 2014, três meses de protestos violentos tinham levado ao derrube de Yanukovych, depois do governo ucraniano rejeitar um acordo de associação com a UE em favor de uma colaboração reforçada com Moscovo.

O chamado “Euromaidan”, a revolta pró-europeia, tinha sido marcado por mais de uma centena de mortes, atribuída à polícia ucraniana, às ordens do anterior regime.

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