Itália: Última semana de campanha para referendo sobre a reforma constitucional

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De  Euronews  com reuters, efe, afp
Itália: Última semana de campanha para referendo sobre a reforma constitucional

<p>Em Itália, a campanha para o referendo sobre a reforma constitucional entrou na última semana com as sondagens a darem vantagem ao “não” às mudanças desejadas pelo governo, mas com cerca de um quarto dos eleitores ainda indecisos.</p> <p>Os partidários do “sim” afirmam que a reforma irá facilitar o processo legislativo, trazer mais estabilidade política e melhorar a confiança dos investidores na terceira maior economia da zona euro.</p> <p>O voto pode determinar o futuro político imediato do primeiro-ministro, Matteo Renzi.</p> <p>Luigi di Maio, vice-presidente do parlamento e membro do Movimento Cinco Estrelas, na oposição, refere que “no inicio da campanha, Renzi disse que se demitia se o ‘não’ vencesse” e pede para que o primeiro-ministro mantenha a “promessa” caso saia derrotado no domingo.</p> <p>Já um analista político considera que “Renzi tende a exagerar o significado do referendo, ligando o seu destino político ao resultado do voto”, algo que o primeiro-ministro “começou a perceber que pode ser muito perigoso para Itália”, conclui Massimo Franco.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">italy enters final week before the referendum vote <a href="https://t.co/ZOUXnoNOvE">https://t.co/ZOUXnoNOvE</a></p>— Maria Tadeo (@mariatad) <a href="https://twitter.com/mariatad/status/803212707235332097">November 28, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Entre outras mudanças, a reforma prevê a redução do número de senadores e a retirada de poderes ao Senado e às regiões em favor do parlamento e do governo central, o que para os críticos é uma ameaça à democracia.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-cards="hidden" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">Italy should get back to real reform, rather than constitutional tinkering <a href="https://t.co/hqHPT3oJXu">https://t.co/hqHPT3oJXu</a></p>— The Economist (@TheEconomist) <a href="https://twitter.com/TheEconomist/status/803134858939813888">November 28, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>