Síria: Exército retoma zonas rebeldes no nordeste de Alepo

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De  Dulce Dias  com AFP, Reuters, AP
Síria: Exército retoma zonas rebeldes no nordeste de Alepo

<p>Os rebeldes sírios recuam no leste de Alepo, depois de terem perdido cerca de um terço do território nas últimas 48 horas.</p> <p>O exército sírio afirma ter retomado o controlo do nordeste da cidade, depois de ter avançado sobre o bairro de al-Sakhour, entretanto evacuado, e que se torna, para já, a nova linha da frente do combate pela reconquista de Alepo.</p> <p>A informação foi confirmada pelo Observatório Sírio dos Direitos do Homem, sediado em Londres, que evoca, “a maior derrota para a oposição em Alepo desde 2012”. </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-partner="tweetdeck"><p lang="en" dir="ltr">Army units restore security and stability to al-Haidaria and al-Sakhour in the eastern part of Aleppo – <a href="https://t.co/ZtJa8LzCIR">https://t.co/ZtJa8LzCIR</a> <a href="https://t.co/QpqxiCrNBs">pic.twitter.com/QpqxiCrNBs</a></p>— syriaalyom (@news_syriaalyom) <a href="https://twitter.com/news_syriaalyom/status/803212956842467328">November 28, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Os bairros de Haydariyé e Cheikh Khodr foram também reconquistados pelo exército, enquanto as forças aliadas curdas libertaram Cheikh Fares.</p> <p>Para um responsável do grupo rebelde Noureddine al-Zinki, um dos principais de Alepo, citado pela France Presse, a luta tornou-se demasiado desequilibrada, já que Damasco conta com o apoio “do Irão, da Rússia (…) e de milícias vindas do mundo inteiro.”</p> <p>Um porta-voz dos Capacetes Brancos – a proteção civil de Alepo – diz que estes são os piores dias desde o início do cerco à cidade. Sem comida, sem água, sem alojamento, a população abandona a cidade.</p> <p>Os novos ataques do exército sírio ocorrem num momento em que mais de 250 mil pessoas se encontram na zona sitiada, sem acesso a mantimentos ou serviços hospitalares, após o bombardeamento de várias instalações médicas nas últimas semanas.</p>