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Aeroportos de Berlim paralisados por greve de 25 horas


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Aeroportos de Berlim paralisados por greve de 25 horas

Vinte e cinco horas de greve por 1,17 cêntimos de aumento. Cerca de dois mil trabalhadores de assistência em terra dos dois principais aeroportos de Berlim cumprem, desde esta madrugada, uma nova paralisação para exigir aumentos salariais.

O protesto, convocado pelo sindicato de serviços Verdi, ocorre num momento em que a empresa que gere Tegel e Schönefeld propõe apenas um aumento de 27 cêntimos por hora.

Segundo Marcel Hoffmann, o representante do sindicato Verdi:

“O número de passageiros está a aumentar todos os anos, e as condições de trabalho são cada vez piores. Mas ao nível dos salários, não só não aumentaram como estão em queda. Tivémos que fazer esforços durante anos e esta situação deixou de ser aceitável, penso que estes esforços têm que ser devidamente retribuídos”.

A greve, a terceira desde fevereiro, levou à anulação de mais de 670 voos nos dois aeroportos.

Entre as dezenas de milhares de passageiros afetados, muitos eram visitantes da Feira de Turismo de Berlim, um dos maiores certames do género no mundo, que termina este domingo.

Um passageiro afirma:

“É uma situação complicada, mas estamos bem, as pessoas são muito simpáticas e prestáveis aqui no aeroporto”.

Outro passageiro afirma:

“Podemos perceber as razões da greve mas, para nós, turistas, é uma situação um pouco desagradável”.

As companhias aéreas afirmam que o tráfego deverá regressar ao normal este sábado. Os sindicatos ameaçam, no entanto, prosseguir a greve se as suas reivindicações não forem satisfeitas.

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