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China aceita endurecer sanções à Coreia do Norte

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De  Ricardo Figueira
China aceita endurecer sanções à Coreia do Norte

<p>Com uma <a href="http://pt.euronews.com/2017/04/09/eua-reposicionam-se-ao-largo-da-coreia-do-norte">formação de navios de guerra americanos</a> a rondar a península da Coreia, numa demonstração de força de Donald Trump, a Coreia do Norte está cada vez mais isolada, abandonada até pelo aliado de longa data, a China.</p> <p>Pequim aceitou endurecer as sanções com Pyongyang, caso o regime de Kim Jong-un prossiga os testes nucleares.</p> <p>Os enviados da Coreia do Sul e da China encontraram-se em Seul para decidir uma estratégia comum para fazer face à ameaça norte-coreana: “Podemos concluir que os Estados Unidos e a Coreia do Sul estão a preparar-se completamente para enfrentar possíveis provocações da Coreia do Norte, incluindo testes nucleares e de mísseis”, diz Moon Sang-gyun, porta-vos do ministério sul-coreano da Defesa.</p> <p>A China, velha aliada de Pyongyang, tem endurecido as sanções e ordenou já o fim das importações de carvão. Os mais recentes carregamentos foram parados. Hua Hhunying, porta-voz do <span class="caps">MNE</span> chinês, diz: “Estamos a seguir com atenção o desenvolvimento da situação na península coreana. Dada a atual situação, pensamos que todas as partes devem mostrar cautela e evitar ações que possam resultar num agravamento”.</p> <p>O mais recente <a href="http://pt.euronews.com/2017/04/05/coreia-do-norte-testa-trump-com-novo-lancamento-de-missil">teste de mísseis balísticos</a> norte-coreanos aconteceu na quarta-feira, com o disparo de um míssil para o mar. Teme-se que o regime de Kim Jong-un esteja a preparar um sexto teste nuclear. Foram detetados movimentos no principal local de testes nucleares da Coreia do Norte.</p>