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Washington e Seul prometem "medidas punitivas rápidas" face a provocações de Pyongyang


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Washington e Seul prometem "medidas punitivas rápidas" face a provocações de Pyongyang

Estados Unidos e Coreia do Sul prometem avançar com “medidas punitivas rápidas” contra Pyongyang, na eventualidade de novas provocações.

A tensão crescente na península coreana foi alvo de reuniões extraordinárias da administração Trump com ambas as câmaras do Congresso. Washington quer reforçar as sanções económicas para empurrar a Coreia do Norte na “direção do diálogo”.

O almirante Harry Harris, chefe da Marinha norte-americana para o Pacífico Asiático, afirmou que “com cada teste, Kim Jong-Un aproxima-se do objetivo expresso da capacidade de ataque nuclear preventivo contra cidades norte-americanas […] por isso, é preciso assumir que as suas proclamações nucleares são verdadeiras”.

Apesar de ter avisado que “todas as opções estão na mesa”, a administração norte-americana precisou que continua a apostar na pressão diplomática.

Em Seul, o porta-voz da diplomacia sul-coreana afirmou que “a posição dos Estados Unidos na questão nuclear norte-coreana é a mais forte de sempre. O governo [sul-coreano] continua a cooperar com os Estados Unidos, com base na perceção comum da urgência e gravidade da situação”.

Ao mesmo tempo, começaram a ser instalados, na Coreia do Sul, elementos essenciais do escudo antimíssil norte-americano THAAD, que deverá estar operacional “nos próximos dias”.

O regime de Kim Jong-Un enviou, segundo a agência France Press, uma carta ao secretário-geral da Associações dos Países da Ásia do Sudeste (ASEAN) para lhes pedir apoio com o objetivo de evitar um possível “holocausto nuclear”.

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