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A ópera, segundo Peter Gelb


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A ópera, segundo Peter Gelb

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O que representa o mundo da ópera para Peter Gelb, o diretor-geral da Metropolitan Opera de Nova Iorque?

“Hoje em dia, o Met tem uma audiência mundial cada vez maior graças às nossas transmissões em direto. Tenho muito orgulho no crescimento da estatura e da audiência do Met durante a minha direção”, afirma Gelb.

“Quando estava no liceu, já fazia uns biscates no Met. Depois tornei-me produtor de programas sobre música clássica e ópera. Trabalhei com alguns dos maiores artistas do século passado. Geri a carreira de Vladimir Horowitz, trabalhei de perto com Herbert Von Karajan… Dediquei toda a minha vida a tentar levar arte a um público cada vez mais extenso”, conta-nos.

Para o responsável do Met, “hoje em dia, temos muita sorte em viver num mundo onde os artistas têm a noção de que, se quisermos que a ópera sobreviva no século 21, temos de a tornar contemporânea e ter uma abordagem estética. Isto não significa que o contexto tenha de ser forçosamente moderno. Assim como o cinema e o teatro mudaram nos últimos 50 anos, a ópera também tem de evoluir”.

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