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Rússia 2018: Portugal e Brasil conhecem adversários esta sexta

Sorteio do Campeonato do Mundo tem lugar esta sexta-feira em Moscovo

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Rússia 2018: Portugal e Brasil conhecem adversários esta sexta

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O troféu mais cobiçado do futebol mundial estará em discussão no próximo verão na Rússia mas ainda há um longo caminho a percorrer até à final de 15 de julho em Moscovo. Esta sexta-feira, também na capital russa, as 32 equipas presentes irão conhecer os adversários na fase de grupos.

Como é habitual neste tipo de sorteios, os pesos pesados recebem o estatuto de cabeça de série e encontram-se no primeiro pote de equipas. É o caso de Portugal, campeão da Europa e terceiro no ranking da FIFA, ou do Brasil, que renasceu sob o comando de Tite e é o segundo classificado atrás apenas da Alemanha.

Surpreende neste grupo a presença da Polónia, graças à sua boa fase de qualificação e à opção de não jogar amigáveis, sobretudo se tivermos em conta que foram relegadas para o pote 2 equipas como a Espanha, campeã do mundo em 2010, ou a Inglaterra, eterna potência mesmo quando os resultados não acompanham o estatuto.

Também o Peru está neste grupo, a última vez que a equipa sul-americana esteve num mundial foi em 1982 com Teófilo Cubillas a brilhar dentro das quatro linhas.

No pote três encontramos a Islândia, equipa que apaixonou os adeptos do desporto rei no Euro 2016 e que se estreia no maior palco do futebol mundial. De regresso após uma longa ausência está o Egito, 28 anos depois de ter jogado o Itália 90 com o beiramarense Magdi Abdelghani a comandar o meio campo.

Já a Dinamarca, regressa após uma ausência bem mais curta, falhou apenas a presença no Brasil. Também o Irão, de Carlos Queiroz, se encontra no terceiro lote de equipas.

Resta o quarto e último pote mas nem por isso se pode falar em equipas fáceis. Nigéria, Sérvia ou Japão são bem capazes de cometer uma gracinha nos relvados russos. Apesar da divisão desportiva, o sorteio terá também considerações geográficas e nenhum grupo poderá ter equipas da mesma confederação.

A exceção óbvia é a Europa, que devido ao elevado número de equipas levará alguns grupos a acolher não mais que duas seleções do Velho Continente.