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Pyongyang anuncia fim de testes nucleares

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Pyongyang anuncia fim de testes nucleares

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O anúncio, feito pelo líder da Coreia do Norte, do fim dos testes nucleares e o encerramento de instalações ligadas à energia atómica desencadeou já diversas reações. Como sempre, através da sua conta de Twitter, o presidente dos EUA congratulou-se com a decisão dizendo que são boas notícias, para o país e para o mundo, que se trata de um "grande progresso" e diz-se ansioso pela cimeira que deverá pô-lo rente a frente com Kim Jong Un.

Também o Secretário-geral da ONU, se mostra satisfeito mas lembra o papel das Nações Unidas na resolução deste problema global:

"Quando o Conselho de Segurança está unido e adota, em conjunto, medidas importantes, elas têm impacto no terreno e fazem as coisas mudar. E hoje eu acredito na Coreia do Norte. O caminho para a desnuclearização pacífica da península coreana está aberto e isto também prova que a diplomacia é o caminho para resolver conflitos, não a guerra, mas a diplomacia", afirmou António Guterres.

Em comunicado, a chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherinia, afirmou que para a União Europeia se trata de "um passo positivo e há muito desejado" a responsável pede a total e irreversível "desnuclearização" do país e o respeito pelas suas obrigações internacionais.

A China, principal aliada de Pyongyang, limitou-se a dizer que espera que o país continue a obter resultados no desenvolvimento da sua economia e a melhorar os padrões de vida do seu povo.

Mais cético mostra-se o Primeiro-ministro japonês. Shinzo Abe afirmou que estará atento para ver se a medida leva a um abandono completo, verificável e irreversível das armas nucleares, armas de destruição maciça e mísseis, por parte do país vizinho.

A agência de notícias norte-coreana KCNA anunciou, este sábado, a interrupção dos testes nucleares e lançamentos de mísseis balísticos intercontinentais. Acrescentando que serão encerradas instalações de testes nucleares. Em comunicado, o líder norte-coreano afirmava que o seu país não precisa conduzir mais testes nucleares ou de mísseis balísticos intercontinentais, porque concluiu o processo.