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Os estreantes tomam conta do palco no Euro 2016

No fim de semana passado, Itália, Espanha, Portugal e Alemanha carimbaram o passaporte para o Euro 2016. Nada de novo, portanto. Com o alargamento do

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Os estreantes tomam conta do palco no Euro 2016

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No fim de semana passado, Itália, Espanha, Portugal e Alemanha carimbaram o passaporte para o Euro 2016. Nada de novo, portanto. Com o alargamento do Campeonato da Europa para 24 equipas, os tubarões do futebol europeu são presença quase obrigatória mas também aumenta o espaço para equipas pouco habituadas a estas andanças.

A Albânia deixou um aviso à concorrência logo na jornada inaugural com uma vitória frente a Portugal, que acabou por custar o emprego a Paulo Bento. Desde então, a equipa de Giovanni de Biasi mostrou que o triunfo de Aveiro não tinha acontecido por acaso e carimbou o apuramento para França com uma vitória categórica por três bolas a zero na Arménia.

Também a Islândia se irá estrear nos grandes palcos do desporto rei. O sucesso do pequeno país reflete a aposta feita no futebol de formação no país e está longe de se tratar de uma vez sem exemplo. Afinal de contas, os islandeses ficaram à beira da qualificação para o mundial do Brasil, sendo eliminados no playoff pela Croácia.

Trinta anos depois da última presença num Campeonato do Mundo, a Irlanda do Norte está de regresso a uma grande competição do futebol mundial. O apuramento ficou selado com uma vitória por três bolas a uma frente à Grécia e o empate de domingo na Finlândia foi suficiente para garantir a vitória no grupo.

E se os norte-irlandeses têm uma equipa sem estrelas, construída à base de equipas de segundo plano do futebol britânico, o País de Gales foi levado às costas por uma das maiores vedetas do futebol mundial, Gareth Bale.

O atacante do Real Madrid é peça imprescindível na equipa galesa, cuja única participação num grande torneio remonta a 1958, no mundial da Suécia.

Ases e azelhas

O mundo do futebol sofreu mais um terramoto com a suspensão de três pesos pesados. Esta semana não temos ases, só azelhas…

A saber Joseph Blatter, Michel Platini e Jérôme Valcke, três dos homens mais poderosos no futebol mundial e que foram suspensos provisoriamente por noventa dias pelo Comité de Ética da FIFA por suspeitas de corrupção.

Naturalmente que os três já vieram a público clamar inocência e anunciar que irão recorrer da decisão. Apesar de tudo, Platini continua a ter por objetivo suceder a Blatter nas eleições de 26 de fevereiro.

A moeda que decidiu uma meia-final

Na nossa viagem rumo ao Euro falamos da insólita qualificação da Itália para a final de 1968. A squadra azzurra valeu-se literalmente de um golpe de sorte.

Depois de 120 minutos sem golos frente à União Soviética e sem tempo para proceder a um segundo encontro, as opções eram escassas. O desempate por penáltis, tal como o conhecemos, ainda não havia nascido pelo que a solução passou pela moeda ao ar.

Giacinto Facchetti levou a melhor sobre Albert Shesternyov num sorteio realizado nos balneários. Os 70 mil espetadores presentes em Nápoles ficaram a conhecer o resultado quando o capitão italiano regressou ao relvado de braços no ar.