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Angola: Vigília para libertar Luaty e companheiros

Um grupo de defesa dos direitos humanos luso-angolano defendeu hoje, mais uma vez a libertação imediata dos 17 ativistas angolanos detidos desde

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Angola: Vigília para libertar Luaty e companheiros

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Um grupo de defesa dos direitos humanos luso-angolano defendeu hoje, mais uma vez a libertação imediata dos 17 ativistas angolanos detidos desde junho em Angola numa pequena vigília que decorreu durante a tarde no centro de Lisboa.

A vigília decorreu na praça do Rossio e começou com mais de hora e meia de atraso, juntando cerca de três dezenas de pessoas, tendo a porta-voz da Comunidade de Apoio à Libertação dos Ativistas Angolanos, Miriam Taylor, portuguesa casada com um angolano-britânico e prima de Luaty Beirão, um dos ativistas detidos e que esteve em greve de fome, criticado a postura anti-liberdade de expressão do regime angolano.

A iniciativa, disse Miriam Taylor à agência Lusa, destinou-se a apoiar, “simbolicamente”, uma manifestação para exigir a libertação dos ativistas prevista para a tarde de hoje em Luanda, que acabou por não concretizar-se.

A este respeito, a porta-voz da Comunidade, que também se intitula “Liberdade Já/Freedom Now”, lamentou o “novo episódio” protagonizado pelo Governo angolano, salientando, porém, que a luta pela liberdade de expressão “já ganhou expressão fora de Angola” e que o regime de Luanda está sob os holofotes da comunidade internacional.

A organização do evento, que integra familiares, amigos e “pessoas solidárias” com a causa dos direitos humanos e da liberdade de expressão, distribuiu também cravos brancos e panfletos com a cara dos 17 ativistas detidos em Angola.

(LUSA)

Legenda da foto: Luaty Beirão durante um concerto. Fotografia gentilmente cedida pela mulher de Luaty, Mónica Almeida