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Uma vaga de refugiados e de voluntários em Lesbos

A guarda costeira italiana resgatou mais 91 migrantes durante três intervenções diferentes da agência europeia Frontex no leste do mar Egeu. Uma das

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Uma vaga de refugiados e de voluntários em Lesbos

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A guarda costeira italiana resgatou mais 91 migrantes durante três intervenções diferentes da agência europeia Frontex no leste do mar Egeu.

Uma das operações, ao largo da ilha grega de Samos, permitiu recuperar com vida 18 pessoas de nacionalidades afegã e paquistanesa, assim como dois traficantes de origem turca.

Desde o início do ano, que 319 refugiados morreram durante a travessia do mar Egeu.

A Grécia continua a ser a principal porta de entrada de refugiados na União Europeia, quando acolheu já mais de 70 mil pessoas este ano.

Uma situação que tornou a ilha de Lesbos num dos principais destinos de outro fluxo, o dos cerca de 40 mil voluntários de organizações humanitárias

Ema da organização “Starfish Foundation”, afirma: “tivémos que expandir-nos rapidamente para responder a esta situação. Primeiro a organização estava a cabo de habitantes locais e depois de turistas. Mas depois do fim da temporada turística tivémos que procurar apoios externos e foi assim que decidimos criar esta fundação”.

Sakib, um voluntário do Bahrein, afirma: “Constatamos que o idioma é uma barreira quando os refugiados chegam a esta ilha, e estamos aqui para guiá-los e ajudá-los a obterem comida e roupa”.

Uma ajuda que está ainda longe de resolver o problema. Bruxelas voltou a exigir a Atenas que acelere a criação dos cinco centros de registo prometidos em outubro, quando apenas uma instalação foi até agora inaugurada.