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Greve geral na RD Congo para pressionar Presidente a afastar-se

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De  Francisco Marques  com LUSA, AFP
Greve geral na RD Congo para pressionar Presidente a afastar-se

<p>Uma greve geral está a decorrer esta terça-feira na República Democrática do Congo para pressionar o Presidente a afastar-se quando terminar em dezembro o segundo e último mandato que a Constituição deste país africano lhe permite desde 2006. </p> <p>O protesto das “Cidades Mortas”, como é conhecido, foi promovido por uma coligação conhecida como Dinâmica da Oposição, que reúne vários partidos políticos e organizações civis, é aliada das duas maiores forças de oposição no Parlamento congolês e também do chamado “Grupo dos 7”, um conjunto de partidos que abandonaram em novembro a maioria presidencial.</p></p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt" align="center"><p lang="en" dir="ltr">`Dead Cities’ Strike Starts in Congo as Kabila Opponents Protest <a href="https://t.co/O7PXhxSYEU">https://t.co/O7PXhxSYEU</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Congo?src=hash">#Congo</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/LaDynamique?src=hash">#LaDynamique</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/MobutuSeseSeko?src=hash">#MobutuSeseSeko</a></p>— We Resist (@ProtestWatch) <a href="https://twitter.com/ProtestWatch/status/699561508821315585">16 fevereiro 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <div align="center"><i>(A greve das “Cidades Mortas” começa no Congo com o protesto da oposição a Kabila.)</i></div></p> <p>De acordo com a <span class="caps">AFP</span>, muitos estabelecimentos comerciais aderiram à greve e os autocarros dos transportes públicos circulavam quase vazios. A adesão de muitos taxistas também contribuiu para dificultar o acesso ao trabalho de quem não aderiu à greve.</p> <p>Os líderes da oposição estão convencidos de que que Joseph Kabila, na presidência desde 2011, está agarrado ao poder e poderá estar a preparar uma alteração da Constituição para poder recandidatar-se à chefia do Estado nas eleições previstas para o final deste ano, em dezembro.</p> <p>A escolha da data desta greve foi feita ainda para coincidir com o 24.° aniversário da sangrenta “marcha dos cristãos”. O protesto de 1992 partiu de duas igrejas católicas de Kinshasa, a capital da RD Congo, realizou-se após a missa de domingo e tinha por objetivo exigir um regime democrático ao então ditador Mobutu Sese Seko. </p></p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt" align="center"><p lang="fr" dir="ltr">En <a href="https://twitter.com/hashtag/RDC?src=hash">#RDC</a> journée “villes mortes” pour exiger la tenue des élections en 2016 ><a href="https://t.co/lhrjsI5CVK">https://t.co/lhrjsI5CVK</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/yebela?src=hash">#yebela</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/wumela?src=hash">#wumela</a> <a href="https://t.co/slLNbns8hH">pic.twitter.com/slLNbns8hH</a></p>— iTELE (@itele) <a href="https://twitter.com/itele/status/699604456888000512">16 fevereiro 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <div align="center"><i>(Dia das “Cidades Mortas” na <span class="caps">RDC</span> para exigir a realização de eleições.)</i></div>