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Médicos Sem Fronteiras querem explicações sobre ataque a hospital na Síria

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De  Ricardo Figueira  com REUTERS, APTN, CCTV
Médicos Sem Fronteiras querem explicações sobre ataque a hospital na Síria

<p>A <span class="caps">ONG</span> internacional Médicos Sem Fronteiras quer explicações por parte do governo sírio sobre o <a href="http://pt.euronews.com/2016/02/15/bombardeamentos-provocam-50-mortos-em-hospitais-e-escolas-no-norte-da-siria/">bombardeamento que destruiu completamente um hospital</a> na província de Idlib, na Síria, no início desta semana e fez 25 mortos, entre médicos e pacientes. A organização pediu a abertura de um inquérito independente.</p> <p>Para a presidente dos Médicos Sem Fronteiras, Joanne Liu, não há dúvidas de que o ataque tem a assinatura de Bashar el-Assad e aliados: “Este ataque só pode ter sido deliberado. Foi, provavelmente, levado a cabo pela coligação liderada pelo governo sírio, que está ativa na região”.</p> <p>Ao falar em coligação, os Médicos Sem Fronteiras incluem a Rússia como estando possivelmente na origem do bombardeamento. Uma porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo nega qualquer envolvimento de Moscovo no ataque.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">Healthcare in <a href="https://twitter.com/hashtag/Syria?src=hash">#Syria</a> is in the crosshairs of bombs and missiles. It has collapsed. <a href="https://t.co/rljYeZJnzl">pic.twitter.com/rljYeZJnzl</a></p>— <span class="caps">MSF</span> International (@MSF) <a href="https://twitter.com/MSF/status/700246539386675200">February 18, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/Syria?src=hash">#Syria</a>: In 2015, more than 154,000 war-wounded were treated by <span class="caps">MSF</span>-supported hospitals. <a href="https://t.co/B9eN6W8oPC">https://t.co/B9eN6W8oPC</a> <a href="https://t.co/gBC8oYNzRo">pic.twitter.com/gBC8oYNzRo</a></p>— <span class="caps">MSF</span> International (@MSF) <a href="https://twitter.com/MSF/status/700318978028150784">February 18, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Entretanto, a ajuda humanitária do Crescente Vermelho e do Programa Alimentar Mundial da <span class="caps">ONU</span> conseguiu, pela primeira vez, <a href="http://pt.euronews.com/2016/02/17/siria-ajuda-humanitaria-ja-chegou-a-cinco-cidades-sitiadas/">entrar em cinco zonas cercadas</a>. A falta de comida e de medicamentos estava a fazer-se sentir, aqui, de forma atroz.</p> <p>No caso de Mouadamiya, perto de Damasco, foi a primeira vez em quase dois anos que esta ajuda conseguiu chegar.</p>