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Médicos Sem Fronteiras querem explicações sobre ataque a hospital na Síria

Médicos Sem Fronteiras querem explicações sobre ataque a hospital na Síria
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A ONG internacional Médicos Sem Fronteiras quer explicações por parte do governo sírio sobre o bombardeamento que destruiu completamente um hospital na província de Idlib, na Síria, no início desta semana e fez 25 mortos, entre médicos e pacientes. A organização pediu a abertura de um inquérito independente.

Este ataque só pode ter sido deliberado. Foi, provavelmente, levado a cabo pela coligação liderada pelo governo sírio, que está ativa na região.

Para a presidente dos Médicos Sem Fronteiras, Joanne Liu, não há dúvidas de que o ataque tem a assinatura de Bashar el-Assad e aliados: “Este ataque só pode ter sido deliberado. Foi, provavelmente, levado a cabo pela coligação liderada pelo governo sírio, que está ativa na região”.

Ao falar em coligação, os Médicos Sem Fronteiras incluem a Rússia como estando possivelmente na origem do bombardeamento. Uma porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo nega qualquer envolvimento de Moscovo no ataque.

Entretanto, a ajuda humanitária do Crescente Vermelho e do Programa Alimentar Mundial da ONU conseguiu, pela primeira vez, entrar em cinco zonas cercadas. A falta de comida e de medicamentos estava a fazer-se sentir, aqui, de forma atroz.

No caso de Mouadamiya, perto de Damasco, foi a primeira vez em quase dois anos que esta ajuda conseguiu chegar.