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Idomeni: encontrar soluções para sobreviver

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De  Nara Madeira
Idomeni: encontrar soluções para sobreviver

<p>Enquanto a Macedónia não reabrir a fronteira com a Grécia, em Idomeni cerca de 10 000 pessoas vivem no fio da navalha, pelas privações a que estão sujeitas, e num impasse que pode prolongar-se não se sabe por quanto tempo: </p> <p>“Fecharam a fronteira. Não há comida, nada para comer”, diz Amir, uma das crianças refugiadas. </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">These brothers have been “living” in <a href="https://twitter.com/hashtag/Idomeni?src=hash">#Idomeni</a> for two months and they've become great friends with our Mohammed. <a href="https://t.co/SoxT0Kl6wP">pic.twitter.com/SoxT0Kl6wP</a></p>— <span class="caps">MSF</span> Sea (@MSF_Sea) <a href="https://twitter.com/MSF_Sea/status/728494743307620352">6 de maio de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Há um mês, um grupo de voluntários criou um centro cultural, uma verdadeira escola, sem a ajuda de nenhuma organização governamental, apenas dos refugiados que são os professores e dão aulas a mais de 120 crianças durante o dia e a adultos de noite. Quem participar nas atividades tem direito a almoço e jantar: </p> <p>“Neste momento, não há grandes perspetivas de futuro para eles. Por isso é importante que tenham a oportunidade de se focarem noutras coisas, no conhecimento, na educação”, adianta uma voluntária alemã. </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">Idomeni Cultural Center<br /> Where children can attend lessons, run by volunteers, bridges beyond walls<a href="https://twitter.com/JuanMazaCalleja"><code>JuanMazaCalleja</a><a href="https://t.co/Rg7V3u6gZj">pic.twitter.com/Rg7V3u6gZj</a></p>&mdash; rui borges (</code>homo_viator) <a href="https://twitter.com/homo_viator/status/726703409093599232">1 de maio de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Se para os adultos a situação é complexa para as crianças é ainda mais. Elas representarão metade dos refugiados deste campo. Ainda assim há momentos onde elas podem ser esquecer os problemas e ser apenas crianças: </p> <p>“Mudar a situação não depende de nós. Mas podemos dar-lhes energia, fazê-las rir. Acho que isso é muito importante. Elas precisam de rir”, diz um voluntário espanhol. </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="es" dir="ltr">Los payasos son increibles y en <a href="https://twitter.com/hashtag/idomeni?src=hash">#idomeni</a> mas via <a href="https://twitter.com/en_rebeldia"><code>en_rebeldia</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/refugiados?src=hash">#refugiados</a> <a href="https://t.co/LPCzOE42rf">pic.twitter.com/LPCzOE42rf</a></p>&mdash; Francisco Guaita (</code>Guaitafran) <a href="https://twitter.com/Guaitafran/status/707488019859828736">9 de março de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Em Idomeni só o tempo passa… Momentos como este ajudam a esquecê-lo.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">Clowns entertain <a href="https://twitter.com/hashtag/refugeesGr?src=hash">#refugeesGr</a> at <a href="https://twitter.com/hashtag/Idomeni?src=hash">#Idomeni</a> transit camp in northern Greece<br /> V <a href="https://twitter.com/teacherdude"><code>teacherdude</a> <a href="https://t.co/NKNH70TLw1">pic.twitter.com/NKNH70TLw1</a></p>&mdash; Άλμπα Φερράς Άλδρει (</code>AlbaFerrs) <a href="https://twitter.com/AlbaFerrs/status/698283890268643328">12 de fevereiro de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">Shadows of <a href="https://twitter.com/hashtag/refugees?src=hash">#refugees</a> are cast on a tent bearing graffiti at the northern Greek border point of <a href="https://twitter.com/hashtag/Idomeni?src=hash">#Idomeni</a> Photo: AP <a href="https://t.co/uh3w3hbFws">pic.twitter.com/uh3w3hbFws</a></p>— <span class="caps">UNHCR</span> Central Europe (@RefugeesCE) <a href="https://twitter.com/RefugeesCE/status/728151036423065601">5 de maio de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>