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Hungaroring: Hamilton soma e segue

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Hungaroring: Hamilton soma e segue

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Lewis Hamilton (Mercedes), bicampeão do mundo de Fórmula 1, venceu este domingo, em Budapeste, o Grande Prémio da Hungria, 11ª prova do Mundial, assumindo a liderança do campeonato de 2016 da categoria.

A disputa pelo título de Fórmula 1 ficou mais cerrada do que nunca, após a vitória de Lewis Hamilton no Grande Prémio da Inglaterra, que colocou o piloto da Mercedes a um ponto de diferença do seu colega de equipa Nico Rosberg. No circuito de Hungaroring, o britânico estabeleceu um novo recorde de vitórias no circuito de Hungaroring, triunfando pela quinta vez.

Completando as 70 voltas da corrida em 1:40.30,115 horas, com uma média de 183,059 km/h, Hamilton bateu por 1,977 segundos o alemão Nico Rosberg, afastando o companheiro de equipa do comando do Mundial de pilotos.

Hamilton agora lidera a competição com 192 pontos, seis de vantagem sobre Rosberg, detentor da pole position na Hungria. O australiano Daniel Ricciardo (Red Bull) foi terceiro classificado, a 27,539 segundos de Hamilton.

O piloto britânico já conquistou três títulos de Fórmula 1, em 2008, 2014 e 2015.

O próximo Grande Prémio será o da Alemanha, no Circuito de Hockenheim, no domingo.

1989: Quando Mansell brilhou em Budapeste

O circuito de Hungaroring tem sido palco de algumas corridas emocionantes. Na competição de 1989, o britânico Nigel Mansell partiu da 12ª posição da grelha para arrebatar a bandeira quadriculada, oferecendo aos fãs da Fórmula 1 uma corrida inesquecível.

Nigel Mansell surpreendeu muita gente com uma excelente capacidade de adaptação depois de integrar a equipa da Ferrari, na temporada de 1989.

Após a vitória no Grande Prémio do Brasil, teve um desempenho de destaque em Silverstone, mas foi na Hungria que relevou o seu melhor.

Ayrton Senna ainda chegou a liderar a corrida durante cinco voltas, mas a dupla da McLaren não conseguiu acertar os carros com o circuito húngaro.

Mansell, que partira da 12a posição da grelha, conseguiu colocar-se em oitavo ao fim da primeira volta, acabando por ultrapassar seis rivais graças a uma persistência imbatível.

O último a ser ultrapassado foi o brasileiro. Senna foi obrigado a abrandar com Stefan Johansson (Onyx) a rodar mais lento e o britânico aproveitou, num movimento perigoso, para deixar para trás o carro da McLaren.

Ayrton Senna teve que se contentar com o segundo lugar, atrás de Nigel Mansell, enquanto Alain Prost ficou com a quinta posição atrás de Alex Caffi (Dallara-Ford) e Tierry Boutsen (Williams-Renault).

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