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Iraque: Várias vilas reconquistadas a caminho de Raqqa


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Iraque: Várias vilas reconquistadas a caminho de Raqqa

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Várias vilas foram reconquistadas ao Estado Islâmico, no primeiro dia da operação “Cólera do Eufrates”, que visa a libertação de Raqqa, feudo dos jihadistas na Síria.

A porta-voz da operação, Jihan Cheikh Ahmad, garante que vários jihadistas foram mortos e que as Forças Democráticas Sírias (FDS) se apropriaram de armamento diverso.

A principal preocupação dos combatentes, na progressão da ofensiva, é evitar os carros armadilhados e os ataques kamikazes dos jihadistas.

Washington já admitiu que a operação será longa. Está prevista desenrolar-se em duas fases. A primeira: libertar a província de Raqqa; a segunda: tomar a cidade aos jihadistas.

Turquia quer preservar “estrutra demográfica” de Raqqa

Quanto a Ancara, receia uma posterior instalação dos curdos em Raqqa, cidade maioritariamente sunita, a cerca de 100 km da fronteira da Turquia.

“Cada passo dado por elementos não árabes no assalto a Raqqa será contrário aos interesses dos Estados Unidos. Será contrário à paz na região. É um beco, é o caminho errado”, alerta Numan Kurtulmus, o vice-primeiro-ministro turco.

Kurtulmus acrescenta que tanto Raqqa como Alepo, na Síria, ou Mossul, no Iraque, “pertencem às pessoas” que lá viviam antes do conflito, numa alusão velada aos árabes sunitas, maioritários nas três cidades referidas. “Mudar a estrutura demográfica não contribuirá, de forma nenhuma, a restabelecer a paz”, frisou.

De facto, a ofensiva conta com o apoio da coligação internacional, mas é levada a cabo pelas Forças Democráticas Sírias, aliança que integra árabes e turcos mas, maioritariamente, milícias curdas YPG. As YPG ou “Unidades de Proteção do Povo” são uma das mais poderosas milícias curdas da Síria.

No domingo, um porta-voz das FDS, Talal Sello, afirmara que o grupo e os Estados Unidos estavam de acordo sobre o facto de que “não haverá nenhum papel nem para os turcos nem para os rebeldes”, na ofensiva de Raqqa.

Raqqa, na Síria, e Mossul, no Iraque, são as duas últimas grandes cidades ainda controladas pelo Estados Islâmico.

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