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Confrontos nos protestos contra a reforma laboral de Emmanuel Macron

As autoridades relataram que um grupo de cerca de três centenas de pessoas encapuzadas provocaram distúrbios, três foram detidas.

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Confrontos nos protestos contra a reforma laboral de Emmanuel Macron

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Os protestos contra a nova reforma laboral, anunciada pelo presidente francês, Emmanuel Macron, degeneraram, esta terça-feira, em confrontos com as forças da autoridade, em Paris.

A polícia tinha anunciado o reforço dos efetivos para evitar episódios de violência semelhantes aos de 2016.

As autoridades relataram que um grupo de cerca de três centenas de pessoas encapuzadas provocaram distúrbios, três foram detidas.

Alguns feridos foram encaminhados para os hospitais.


Milhares de trabalhadores acudiram ao repto lançado pela Confederação Geral do Trabalho e marcharam contra aquilo que dizem ser a destruição da lei do trabalho em França.

“Nenhuma reforma que tenha destruído a lei do trabalho, em nenhum país, reverteu a tendência de desemprego. Causa precariedade, cria trabalho temporário, não resolve o problema do desemprego, do emprego estável, um trabalho com o qual uma pessoa possa construir sua vida”, assegura o líder da CGT Philippe Martinez.

De acordo com a CGT, mais de 60 mil pessoas marcharam nas ruas da capital francesa.


A autarquia da capital francesa avança que número de manifestantes não foi além dos 24 mil.

Por todo o país registaram-se 180 protestos espalhados por Paris, Marselha, Lyon e Nantes.