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Referendo pode resultar em sanções contra o Curdistão

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De  Euronews
Referendo pode resultar em sanções contra o Curdistão

<p>O Conselho Supremo do Curdistão iraquiano para o referendo insiste em manter a consulta de autodeterminação prevista para a próxima segunda-feira, apesar da oposição da Organização das Nações Unidas e dos países vizinhos.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">Referendum could detract from efforts to ensure the safe, voluntary return of >3M refugees & <span class="caps">IDP</span>s: Security Council <a href="https://t.co/61ol1x32Hb">https://t.co/61ol1×32Hb</a></p>— UN News (@UN_News_Centre) <a href="https://twitter.com/UN_News_Centre/status/911038892064886784">September 22, 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>A Turquia, o Irão e o Iraque consideram impor sanções caso os líderes curdos insistam na realização do escrutínio.</p> <p>“Sem mais demoras, vamos discutir em detalhe o tipo de sanções que irão ser impostas. Não seria correto revelá-las agora mas iremos discutir no Conselho de Segurança Nacional e nas reuniões do gabinete quando é que essas sanções irão ser impostas e qual será o caminho a seguir”, afirma o presidente turco Recep tayyip Erdogan.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="fr" dir="ltr">Kurdistan irakien: Erdogan appelle à l’annulation du référendum <a href="https://t.co/BREPBBDRli">https://t.co/BREPBBDRli</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/AFP?src=hash">#AFP</a> <a href="https://t.co/5gTwg7MRWn">pic.twitter.com/5gTwg7MRWn</a></p>— Agence France-Presse (@afpfr) <a href="https://twitter.com/afpfr/status/910399628264083456">September 20, 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>O primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, opõe-se ao escrutínio e já referiu estar disposto a intervir militarmente caso resulte em violência.</p> <p>A <span class="caps">ONU</span>, os Estados Unidos da América, a Alemanha, a França e o Reino Unido, entre outros, já se pronunciaram contra o referendo.</p> <p>O Presidente curdo, Massoud Barzani, cujo mandato expirou em 2015, tem insistido que a independência é a única escolha deixada aos curdos na ausência de diálogo com Bagdade.</p> <p>O Curdistão beneficia de uma autonomia desde 1991, que se tem alargado ao longo dos anos.</p>