Expatriados perdem esperança num Curdistão independente

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De  Isabel Silva  com EFE
Expatriados perdem esperança num Curdistão independente

<p>O sonho de um Curdistão independente está a desvanecer-se para parte da comunidade expatriada daquela região do Iraque. </p> <p>Alguns imigrantes na Bélgica até se deslocaram para votar no referendo, que foi considerado ilegal, mas já não têm muita esperança. </p> <p>“Perdemos Kirkuk e perdemos muito mais. Há um problema entre políticos, entre partidos no interior do Curdistão, sendo que os <span class="caps">EUA</span> apoiam o governo federal do Iraque. Não sei se as coisas poderão ficar melhores”, disse Susan Said à euronews. </p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/Kurdistan?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Kurdistan</a> Region Prime Minister met with top French and German diplomats in Iraq and Kurdistan, and discussed latest developments. <a href="https://t.co/Y5Lr6eBNlr">pic.twitter.com/Y5Lr6eBNlr</a></p>— Nechirvan Barzani (@PMBarzani) <a href="https://twitter.com/PMBarzani/status/925013490078756864?ref_src=twsrc%5Etfw">October 30, 2017</a></blockquote><br /> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>O exército iraquiano retomou o controle de várias localidades da região rica em petróleo, uma dos mais importantes do mundo. </p> <p>“O mais importante é saber qual será o acordo de partilha das reservas petrolíferas, algo que esteve sempre no centro das desavenças. Esperemos que seja possível chegar a um acordo razoável. Obviamente, agora é mais difícil para a parte curda do que era antes do referendo, mas poderá ser alcançado sem violência e sem interferência estrangeira”, explicou o analista político Marc Pierini, do centro de estudos Carnegie Europe, em Bruxelas.</p>