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2014, a guerra do autoproclamado Estado Islâmico

Nasceu como uma cisão da Al Qaeda no Iraque e reforçou-se com o caos gerado pela guerra civil na Síria. Em 2014, o autoproclamado Estado Islâmico

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2014, a guerra do autoproclamado Estado Islâmico

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Nasceu como uma cisão da Al Qaeda no Iraque e reforçou-se com o caos gerado pela guerra civil na Síria. Em 2014, o autoproclamado Estado Islâmico subverteu o tabuleiro geopolítico no Médio Oriente e colocou em perigo a região. O grupo jihadista superou a Al Qaeda em matéria de uso da violência e pelos meios propagandísticos empregues.

O avanço dos combatentes do autodenominado Estado Islâmico foi fulgurante e provocou a retirada do exército iraquiano. Foi nas viaturas blindadas americanas, deixadas pelos soldados iraquianos, que proclamaram um “califado islâmico” nas regiões conquistadas, na Síria e no Iraque.

Passaram a controlar barragens, refinarias e zonas sensíveis, fontes de financiamento dos únicos que lhes fazem frente: os peshmergas, combatentes do Curdistão iraquiano.

Foi nessa região do norte do Iraque que os sobreviventes yazidis encontraram refúgio. A minoria religiosa yazidi foi alvo do terror deste autêntico exército, que descapita, crucifixa ou enterra vivos os que executa, nomeadamente as crianças.

As atrocidades na Síria até os ativistas da Al Qaida fizeram partir!

Calcula-se que o contingente ronde os 30 mil homens, nomeadamente. 3000 ocidentais.

Depois de terem ocupado várias cidades, fizeram a maior frente de combate em Kobane, uma cidade curda da Síria, na fronteira com a Turquia. Os peshmergas combatem-nos, com apoio aéreo da coligação liderada pelos Estados Unidos e com os rebeldes sírios inimigos tanto do regime do presidente Bashar al Assad como dos jihadistas.