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Primeiro-ministro belga rejeita visão de que país é um elo fraco no combate ao terrorismo

A Bélgica não é um elo fraco no combate ao terrorismo, pelo menos no entender do primeiro-ministro do país que deixou esta quarta-feira uma mensagem

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Primeiro-ministro belga rejeita visão de que país é um elo fraco no combate ao terrorismo

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A Bélgica não é um elo fraco no combate ao terrorismo, pelo menos no entender do primeiro-ministro do país que deixou esta quarta-feira uma mensagem de tranquilidade durante um encontro com a imprensa estrangeira.

Em Bruxelas, palco dos atentados recentes, Charles Michel fez questão de elencar uma centena de condenações relacionadas com terrorismo no ano passado, a prevenção de vários atentados, e acrescentou: “Não aceito a ideia de um país dramaticamente frágil. Outras nações foram confrontadas com o drama e a tragédia dos atentados. Nestes países houve capacidade de tirar lições e consequências. É preciso fazer o mesmo na Bélgica.”

Os atentados, no aeroporto de Zaventem e na estação de metropolitano de Maelbeek, provocaram a morte de mais de 30 pessoas e fizeram mais de 300 feridos.

De acordo com o ministro-presidente da região da capital Bruxelas, Rudi Vervoort, a rede de metro da cidade deverá regressar por completo à normalidade na próxima semana: “A questão não é uma questão técnica, de capacidade da Sociedade de Transportes Intercomunitários de Bruxelas colocar o metro em marcha. A questão é ter uma capacidade suficiente para garantir a segurança máxima do conjunto da rede.”

Em defesa própria o chefe do Governo belga, Charles Michel, referiu que se a Bélgica tardou quatro meses para deter Salah Abdeslam, já os Estados Unidos precisaram de anos para neutralizar Osama Bin Laden.