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Adiada decisão sobre sanções a Portugal por défice excessivo

A redação de Bruxelas

Adiada decisão sobre sanções a Portugal por défice excessivo

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A Comissão Europeia adiou para julho a decisão sobre sanções a Portugal e a Espanha por défice excessivo em 2015 e pede mais medidas aos dois países.

A fragilidade das duas economias e os esforços para as reformar foram os argumentos usados pelo comissário europeu para os Assuntos Económicos e Financeiros.

“Levámos também em conta – e penso que ninguém nos deve condenar por isso -, o facto de que estes dois países sofreram fortemente o impacto da crise, de que ainda têm taxas de desemprego extremamente altas e que, tanto um como o outro, fizeram esforços significativos ao nível das reformas; aliás, tal como a Itália”, disse Pierre Moscovici.

Na conferência de imprensa de apresentação das decisões tomadas pelo executivo comunitário no quadro do semestre europeu de coordenação de políticas económicas, Pierre Moscovici disse que a Comissão preferiu concentrar-se no que “é mais premente”, ou seja, dar orientações orçamentais a ambos os países, no sentido de levarem a cabo “esforços estruturais que são exigentes”.

Bruxelas considera esses esforços suplementares “realistas”, com vista à redução do défice, dando um ano suplementar para corrigir o défice excessivo, até 2016 para Portugal e até 2017 para Espanha.

A Comissão Europeia pede a Portugal que o défice deste ano fique em 2,3%, o que poderá exigir poupanças de 750 milhões de euros.

No caso da Itália, foi também concedida a flexibilidade pedida pelo governo de Roma para reavivar o crescimento anémico e lidar com o custo do fluxo de refugiados.

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