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Declaração de Roma: o futuro comum da Europa

Após semanas a ameaçar que não o iria fazer, a primeira-ministra da Polónia, Beata Szydlo, assinou a Declaração de Roma.

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Declaração de Roma: o futuro comum da Europa

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Após semanas a ameaçar que não o iria fazer, a primeira-ministra da Polónia, Beata Szydlo, assinou a Declaração de Roma.

A governante polaca opõe-se à ideia de “uma Europa a duas velocidades” defendida pela Alemanha e pela França.

O conceito tem provocado tensões, nas últimas semanas, em especial entre os Estados-membros do leste e do ocidente europeu.

“Isto é uma coisa com a qual devemos ter muito cuidado, porque penso que todos os países da União devem estar prontos para continuar juntos, porque, realmente não posso imaginar que este mecanismo, onde alguns países vão mais rápido, possa ser o princípio do funcionamento da União Europeia”, afirma o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico.

Donald Tusk, o presidente do Conselho Europeu, nasceu na Polónia comunista e fez questão de explicar o que para ele significa a expressão “uma Europa a duas velocidades”.

“Vivi por detrás da Cortina de Ferro durante mais de metade da minha vida, onde era proibido sonhar com esses valores. Sim, naquela altura, era de facto uma Europa a duas velocidades”, partilha o líder do Conselho Europeu.

A “Declaração de Roma” não contém nenhuma referência a uma Europa a várias velocidades.

O documento estabelece o princípio de que a União Europeia deve prosseguir em conjunto e unida.