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Regresso a Al-Aqsa marcado por novos confrontos

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De  Euronews
Regresso a Al-Aqsa marcado por novos confrontos

<p>A reabertura da esplanada das mesquitas aos fiéis muçulmanos parece longe de acalmar a tensão das últimas semanas em Jerusalém. </p> <p>Mais de 90 pessoas ficaram feridas esta quinta-feira durante novos confrontos entre jovens palestinianos e a polícia israelita nas imediações do local sagrado. </p> <p><blockquote class="twitter-video" data-lang="en"><p lang="iw" dir="rtl">העימותים והמהומות במתחם הר הבית נמשכים. <a href="https://twitter.com/OrHeller">@OrHeller</a> >> <a href="https://t.co/irsQaRvVFR">https://t.co/irsQaRvVFR</a> <a href="https://t.co/cDBPpNmw11">pic.twitter.com/cDBPpNmw11</a></p>— חדשות 10 (@news10) <a href="https://twitter.com/news10/status/890589009520578561">July 27, 2017</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>As cenas de violência teriam ocorrido depois da polícia ter impedido por várias vezes o acesso de peregrinos através de uma das portas do recinto. Os agentes responderam com gás lacrimogéneo e granadas de atordoamento ao lançamento de pedras e projéteis de alguns manifestantes. </p> <p>O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ordenou o reforço da presença policial em previsão de uma nova escalada dos protestos. </p> <p>Milhares de pessoas continuam, no entanto, a aceder ao terceiro lugar sagrado do Islão depois da autoridade muçulmana da mesquita de Al-Aqsa ter levantado o boicote às orações no interior da instalação. </p> <p>Israel tinha cedido esta manhã à pressão internacional ao retirar os polémicos sistemas de segurança instalados há duas semanas e criticados como uma violação do estatuto do lugar sagrado, administrado pela Jordânia. </p> <p>A autoridade muçulmana de Al-Aqsa celebrou o gesto de Israel como uma “vitória”.</p>