Loader
Encontra-nos
Publicidade

Música clássica substitui ruído das sirenes na reabertura da ópera de Kiev

Carregando o vídeo
Ópera nacional de Kiev - "Barbeiro de Sevilha" de Rossini
Ópera nacional de Kiev - "Barbeiro de Sevilha" de Rossini -  Direitos de autor  Alessandra Tarantino/Copyright 2022 The Associated Press. All rights reserved.
Direitos de autor Alessandra Tarantino/Copyright 2022 The Associated Press. All rights reserved.
De euronews
Publicado a •Últimas notícias
Partilhar Comentários Siga a Euronews no Google
Partilhar Close Button
Copiar/colar o link embed do vídeo: Copy to clipboard Link copiado!

A ópera nacional de Kiev abriu as portas ao "Barbeiro de Sevilha" de Rossini.

A ópera nacional de Kiev abriu as portas ao "Barbeiro de Sevilha" de Rossini. No sábado, as melodias clássicas baixaram o volume da artilharia russa e aumentaram os níveis de esperança, em tempos de guerra na Ucrânia. Este foi o primeiro espetáculo desde a invasão do país pelas tropas de Vladimir Putin, no dia 24 de fevereiro.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Uma pequena audiência, para um grande auditório: trezentas pessoas assistiram ao espetáculo. Entre o público estavam soldados ucranianos. Vestidos a rigor, com a mesma farda militar com que defendem o país, foram à ópera ouvir o silêncio antes das primeiras notas de abertura e o som da força cultural da cidade.

Grande parte dos artistas e técnicos que se tinham alistado no exército ucraniano deixaram o cenário de guerra e regressaram à cena, para um espetáculo emocional. No entanto, Oleksii Potiomkin, o bailarino principal do ballet de Kiev, continua na linha da frente. Trocou a ópera nacional, pela resistência nacional. Cenários diferentes, mas o mesmo combate: pela liberdade cultural da Ucrânia, num palco soberano.

Ir para os atalhos de acessibilidade
Partilhar Comentários Siga a Euronews no Google

Notícias relacionadas

Rico património cultural do Uzbequistão em destaque no Qatar

Festival Uzeyir Hajibeyli celebra legado musical duradouro

Montreux celebra património musical do Azerbaijão, do clássico ao mugham