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China: incêndio em navio de carga internacional causa mortos e desaparecidos

Rebocadores manobram um navio porta-contentores da CMA CGM perto de um porto em Qingdao, na província de Shandong, no leste da China, a 30 de novembro de 2025
Rebocadores manobram um porta-contentores da CMA CGM junto ao porto de Qingdao, na província chinesa de Shandong, em 30 de novembro de 2025. -  Direitos de autor  Chinatopix via AP
Direitos de autor Chinatopix via AP
De Emma De Ruiter
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Ao todo, 42 pessoas seguiam a bordo da embarcação e 12 foram retiradas em segurança, segundo a comunicação social estatal.

Pelo menos 20 pessoas morreram e cinco estão dadas como desaparecidas depois de um navio de carga internacional atracado no leste da China ter sido atingido por um incêndio, noticiaram os media estatais esta quinta-feira.

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Uma fotografia divulgada pela agência noticiosa oficial chinesa Xinhua identificou o navio como o Ocean Melody, que navega sob bandeira da Libéria, segundo o site público de rastreio de navios VesselFinder.

No total, seguiam 42 pessoas a bordo e 12 foram retiradas em segurança, indicou a Xinhua.

O navio encontrava-se atracado para reparações nos estaleiros Beihai Shipbuilding Co., no porto de Qingdao, um importante centro de transporte marítimo na costa nordeste da China.

Os media estatais referiram que o incêndio deflagrou por volta das 11h15 (03h15 GMT). Não era claro se já tinha sido extinto.

O presidente chinês, Xi Jinping, emitiu “instruções importantes” para conduzir com urgência as operações de busca e salvamento das pessoas desaparecidas.

O primeiro-ministro, Li Qiang, apelou igualmente à busca e salvamento de pessoas “encurraladas” e para que os feridos recebam tratamento médico, “e que se previnam rigorosamente desastres secundários”.

A Qingdao Beihai Shipbuilding é um grande estaleiro naval que funciona como subsidiária da China State Shipbuilding Corporation.

Xi advertiu que “todas as regiões e departamentos relevantes devem tirar lições profundas deste incidente, investigar a fundo e corrigir todos os tipos de riscos de incêndio”.

Outras fontes • AP, AFP

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