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Polónia descarta, para já, ajuda militar europeia à Ucrânia

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Polónia descarta, para já, ajuda militar europeia à Ucrânia
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Rafal Trzaskowski, ministro dos Assuntos Europeus da Polónia, esteve em Bruxelas para preparar a próxima cimeira da União Europeia e falou à euronews sobre a situação na Ucrânia e as sanções contra a

James Franey/euronews (JF/euronews): “Rafal Trzaskowski, ministro dos Assuntos Europeus da Polónia, veio a Bruxelas para as negociações de preparação da próxima cimeira da União Europeia (UE), a 12 de fevereiro. Gostaria de começar a entrevista pelos intensos combates no leste da Ucrânia, tendo 16 pessoas morrido na noite passada. Qual é a sua reação?”

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Rafal Trzaskowski/ministro polaco (RF/ministro polaco): “Infelizmente a situação no terreno está a deteriorar-se. Temos sinais de uma escalada do conflito e, obviamente, estamos muito preocupados”.

JF/euronews: “Qual é a solução que propõe, tendo em conta que a nível da UE se tem optado pelas sanções?”

RF/ministro polaco: “As sanções são apenas um instrumento para mostrar a nossa determinação. Obviamente, ninguém considera que é a solução mágica para tudo. Sabemos que é muito difícil influenciar a política da Rússia. Não equacionamos uma solução militar, está absolutamente fora de causa porque só iria desestabilizar mais a situação. Temos que usar os instrumentos que estão à nossa disposição”.

JF/euronews: “Ajuda militar letal é exatamente o que os ucranianos querem. Isso está fora de questão?”

RF/ministro polaco: “Sim, por enquanto está fora de questão. Como disse, não queremos desestabilizar a situação, mas cada Estado-membro tem que analisar a situação. Obviamente, ninguém diz que há opções totalmente impossíveis”.

JF/euronews: “Considera, então, que o acordo de tréguas de Minsk ainda é útil, apesar do que acontece no terreno?”

RF/ministro polaco: “Bem, é útil na medida em que o usamos para pressionar a Rússia a cumprir os compromissos assumidos. Mas, obviamente, quando vemos o que se passa, é muito difícil mantermo-nos otimistas sobre a disponibilidade da Rússia para realmente fazer aquilo a que se comprometeu”.

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